
“Discutir com uma pessoa que renunciou à lógica é como dar remédio a um homem morto.”
A Era das Trevas da Medicina
Por Mark Sircus
"Tendo
observado médicos das unidades de emergência ressuscitarem pacientes em coma,
ou cirurgiões lutando por horas para manter a vida de vítimas sérias de
acidentes de carro, eu não concordaria que 'toda' a medicina está na idade das
trevas", disse Dr. John Martin. Porém, muitas são as vozes que argumentam
que há uma essência maligna nas firmas farmacêuticas, no Centro de
Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) e no Centro para Controle de
Doenças (CDC), as duas organizações mais poderosas, nos EUA, que controlam e
dominam o mundo da medicina no Brasil e em todos os outros países. É
importante enfatizar que as mesmas pessoas que estão envolvidas economicamente
com as firmas farmacêuticas, trabalham no FDA e no CDC. A despeito da luz
brilhante de dedicados médicos das unidades de emergência e UTIs, a medicina
alopática ocidental está mergulhada numa era de escuridão de pensamentos e
ações que será lembrada com vergonha por muitos séculos à frente.
A medicina moderna está numa era de trevas e o FDA está no centro dessa
escuridão. "O que mais me incomoda é que as pessoas pensam que o FDA as
está protegendo. Não está. O que o FDA está fazendo e o que o público pensa
que ele está fazendo são duas coisas bem diferentes, como dia e noite",
escreveu Dr. Herbert, diretor do FDA. Muitas pessoas acham que a medicina
começou a deixar sua própria escuridão para trás quando finalmente se ouviu
Ignaz Semmelweis, em 1844, provar que o fato dos médicos lavarem suas mão e se
manterem asseados preveniria a infecção e morte de mulheres durante o
parto. Por seus esforços, Semmelweis foi demitido do hospital em Viena e,
apesar de publicado, seu trabalho foi totalmente ignorado. No século vinte, o
governo, grandes empresas e a medicina formaram um time para criar uma sujeira
que levará todo o século vinte e um para limpar.
Olhando a história recente, percebemos a direção que a medicina e as
indústrias farmacêuticas começaram a tomar quando companhias como a Bayer
(naqueles tempos chamada IG Farben), na Alemanha, começaram a construir e
administrar locais como o campo de concentração de Auschwitz. Na Alemanha
nazista os hospitais eram rotineiramente utilizados por médicos para matar
centenas de milhares de indesejáveis, preparando a equipe médica para horrores
ainda maiores nos campos de concentração. Após o Julgamento de Nuremberg, o
terrorismo médico e farmacêutico ficou oculto e somente aparecia aos nossos
olhos quando erros dramáticos eram cometidos. Mas agora, sessenta anos depois,
os erros têm sido muito grandes, e a única forma de manter o status quo do
sistema médico/farmacêutico é a negação total de suas barbaridades - mesmo
quando milhões de pais, pelo mundo afora, choram seu desespero pela epidemia de
autismo, por exemplo.
Hoje, a podridão em que a medicina alopática se tornou é vista em várias
áreas e é sustentada pelas mentiras e decepções que as autoridades médicas
e a mídia propagam. Tais mentiras obscurecem a luz da verdade ainda manifestada
através de muitos médicos e enfermeiras dedicados. Essas são alegações
sérias, mas os fatos provam sua veracidade. A primeira grande mentira, que
está sendo exposta por muitos cientistas e médicos ao redor do mundo, gira em
torno da AIDS e seus coquetéis, que têm uma taxa de mortalidade de 100 por
cento. A medicina moderna está assassinando milhões de pessoas, enquanto o
governo e a mídia gritam para gastar mais bilhões de dólares em drogas que de
fato, aceleram a destruição do sistema imunológico sem atuar sobre os fatores
endotoxológicos pré-existentes que causaram o desenvolvimento da doença.
O tratamento do câncer será, mais cedo ou mais tarde, colocado na mesma
categoria que as lobotomias frontais, pois claro está que a guerra contra o
câncer está perdida porque a medicina está perdida. Quimioterapia e
radioterapia representam a pior abordagem ao câncer e ainda assim, devido à
sua rentabilidade, o campo da oncologia tornou-se um tipo de fraude que leva
milhões a mortes horríveis. Não deveria ser nenhuma surpresa que muitos
oncologistas se recusariam a receber quimioterapia se eles desenvolvessem
câncer e alguns médicos são conhecidos por se recusarem a inocular seus
próprios filhos com vacinas, mesmo continuando a administrá-las a seus
pacientes.
Ainda pior são os pediatras, que estão sujeitando recém-nascidos a algo que o
mundo nunca viu antes em sua longa história de barbaridades. As mesmas pessoas
que por décadas recomendaram fórmulas alimentares para bebês, ao invés de
leite materno, estão agora injetando bebês recém-nascidos, em seu primeiro
dia de vida, com uma das mais perigosas vacinas conhecidas pelo homem, a vacina
da hepatite B - apesar de não haver nenhum estudo científico de longo termo
que certifique aos pais a sua segurança e não haver nenhuma necessidade
racional para as crianças receberem essa vacina. Os médicos desses bebês
preferem violentar a vulnerabilidade dessas crianças a olhar diretamente para a
podridão que a sua medicina se tornou. O que a medicina faz para os adultos é
uma coisa, porque adultos deveriam saber no que estão se metendo, mas os bebês
são inocentes e vulneráveis. Algumas valentes enfermeiras escolares e outros
profissionais deram um passo à frente e tentam alertar a comunidade sobre o que
essas vacinas contra hepatite B estão fazendo às crianças. Mas os seus gritos
estão caindo em ouvidos surdos. Tal é a natureza da medicina em sua era atual
de escuridão. As autoridades médicas não podem mais escutar ao chamado da
verdade.
É claro que há muitas outras áreas onde a escuridão de pensamentos e atos
prevalece na prática médica dos dias atuais. Há muitas questões, como o fato
do aspartame estar sendo empurrado dentro de milhares de produtos e a medicina
não ter dito nem uma palavra a respeito. "A existência de doenças
causadas pelo aspartame continua a ser negada pelo FDA e entidades corporativas
poderosas. Entretanto, a magnitude deste problema deveria levar à proibição
da utilização deste químico, como uma eminente ameaça à saúde
pública", escreveu Dr. H.J. Roberts. Tão grande é a dependência à
medicina química que os médicos perderam sua habilidade de perceber que
químicos agressivos são perigosos à saúde humana. Desde o açúcar, flúor,
pesticidas, herbicidas, hormônios bobeados nas galinhas e bifes, os horrores
químicos da produção moderna de laticínios, remédios, conservantes em
alimentos, produtos de limpeza doméstica, vacinas, alimentos refinados em
geral, tudo o que não é natural tornou-se normal e a medicina ocidental se
pergunta por que as pessoas estão se tornando mais e mais doentes. A medicina
alopática tornou-se apenas mais um jogador no grande genocídio químico da
espécie humana.
O que nós podemos esperar da era de trevas da medicina a não ser, como Dr.
Howenstine coloca, que "A medicina tornou-se contaminada"? É
realmente um grande problema, pois as pessoas estão capturadas pela medicina e
a aceitam cegamente, como se ela fosse uma nova religião - quando ela na
realidade é o maior engodo já forjado por capitalistas imorais que tomaram seu
controle, há cem anos atrás. É fundamental entender que os cuidados com a
saúde estão quase que completamente sob o controle das indústrias
farmacêuticas e a função primária do FDA é assegurar a rentabilidade das
firmas farmacêuticas, indústrias químicas e dos grandes conglomerados de
agricultura.
Até que a Era da Trevas da Medicina termine, milhões e milhões serão levados
cegamente às câmaras de massacre dos hospitais e clínicas médicas por todos
os cantos. É um fato conhecido que nos Estados Unidos 250 mil pessoas perderão
suas vidas devido às práticas médicas, e esses números representam
estatísticas conservadoras. Essa escuridão planejada tem sido tão bem
sucedida que as massas são completamente enganadas e não há mais necessidade
dos trens da morte dos nazistas, campos de concentração e câmaras de gás. As
pessoas entram nesse horror médico por sua própria e livre vontade e, em sua
ignorância, sujeitam mesmo suas crianças a uma forma de violência médica (as
vacinas) da qual muitas nunca vão se recuperar.
As autoridades médicas chupam o dedo enquanto a ocorrência do autismo se
agiganta entre a população jovem e agora, ao invés de trabalhar para mudar
qualquer coisa, os médicos, psicólogos e educadores tentam conter essa maré
de problemas entre as crianças com ainda mais drogas e vacinas. Mudanças,
infelizmente, somente virão com a confrontação, com a verdade sendo
comunicada em círculos cada vez maiores e de forma ainda mais forte e direta.
Tal confrontação é uma forma de amor, que é ao mesmo tempo compassiva e
dura. A falha em confrontar a escuridão da fraude e da falsidade é um ato de
covardia e medo, ou mesmo egoísmo. A confrontação do que se tornou a
religião da medicina pode ser o mais alto exercício e demonstração de amor,
pois o propósito disso é parar com os sofrimentos e mortes desnecessárias de
milhões de pessoas.
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