
“Um engano não se torna verdade por meio de ampla divulgação, nem a verdade se torna um engano porque ninguém a enxerga.”
Trecho do livro "Choro do Coração: O Terrorismo Farmacêutico das Vacinas"
Por
Mark Sircus Ac., OMD
Diretor Executivo da IMVA - International Medical Veritas Association
http://www.imva.info
“Alguma
coisa no fundo de minha mente sempre me incomodou sobre as imunizações, e não
o fato de eu detestar ver os meus filhos chorarem. Porque eu sei que a dor de
uma injeção é passageira, e eu supunha que os benefícios fariam valer a pena
esta dor momentânea.”
O
Centro Nacional de Informações sobre Vacinas dos Estados Unidos tem estudado
as notícias de danos causados por vacinas por vinte anos. Na última década
eles têm visto mais e mais pais reportando que eles levaram suas crianças
normais, saudáveis e com bom desenvolvimento para serem vacinadas e, dentro de
horas, dias ou semanas, essas crianças exibiram doenças, febres altas,
convulsões e inflamações cerebrais. Parece que uma porcentagem crescente de
crianças começa a regredir física, mental e emocionalmente após receber suas
inoculações. Quando os médicos dizem aos pais que foi tudo uma coincidência,
que as vacinas não tiveram nada a ver com o que aconteceu com suas crianças,
eles começam a duvidar seriamente desses profissionais.
A
criança que morre devido a uma vacina é tão importante
quanto a criança que morre de uma doença infecciosa.
Barbara Loe Fisher
-
Centro
Nacional de Informações sobre Vacinas
É
duro para muitos pais entrar no consultório médico e assistir sua criança,
que está perfeitamente bem, receber uma vacina. Até tão recentemente quanto
15 anos atrás, as crianças recebiam 5 inoculações até a idade dos 2 anos e
não mais do que duas inoculações em uma visita ao pediatra.
Agora, as crianças recebem cerca de 20 vacinas até a idade de 2 anos e
até 5 numa única visita ao médico. Por essas razões, os pais se perguntam se
as crianças podem lidar com tantas inoculações ao mesmo tempo, e se as
vacinas podem sobrecarregar seu sistema imunológico. Essas perguntas são
críticas porque um grande caso está sendo criado hoje contra as vacinas e os
muitos químicos perigosos utilizado nelas. Mais e mais clínicos e
pesquisadores estão começando a ver os programas de vacinação como sendo sem
mérito e estão agora se levantando contra o golias do paradigma médico que
faz crer que as vacinas são tão seguras quanto o leite materno.
Membros
do Comitê de Recomendações sobre as Vacinas do CDC (Centro de Controle de
Doenças, nos EUA) recebem dinheiro dos fabricantes de vacinas.
Relacionamentos entre esses dois grupos têm incluído: partilha da patente de
vacinas, posse de ações de companhias de vacinas, financiamentos de pesquisas,
receber dinheiro para monitorar os testes de vacinas do manufator e fundos para
departamentos acadêmicos.
Nós
temos sido assegurados da segurança e eficácia das vacinas por mais de
cinqüenta anos, mas esta postulação aparentemente sólida é diretamente
contradita pelas estatísticas governamentais, estudos médicos, relatórios do
FDA (órgão governamental americano responsável por aprovar alimentos e
medicamentos para o consumo) e CDC e pesquisas de cientistas de
reputação em todo o mundo. Em setembro de 2002, por exemplo, o relatório do
Escritório Geral de Contabilidade dos EUA (GAO) para o congresso afirmou que a
taxa de reações adversas severas contra a vacina do antrax foi considerada
maior do que aquela anunciada. Em uma pesquisa com 1253 guardas, pilotos e
tripulação aérea de reserva, escolhidos aleatoriamente, a GAO encontrou que
84 por cento sofriam reações moderadas e pelo menos 24 por cento sofriam
múltiplas reações “sistêmicas”, essas últimas mais de 100 vezes maiores
do que a estimada pelo fabricante. Tem ficado mais e mais aparente que o CDC tem
muita dificuldade em investigar de uma forma imparcial o que está acontecendo
com nossas crianças, devido aos conflitos de interesses ideológicos e
financeiros. Desta forma, nós temos que entender que a aprovação do governo
não oferece nenhuma garantia de segurança.
Há
insuficiência de evidencias que dêem respaldo à vacinação
rotineira de pessoas saudáveis de
qualquer idade.
Dr.
Paul Frame
(Jornal de Prática Familiar)
A
questão da vacinação infantil é um dos maiores problemas sociais,
econômicos e espirituais de nossos dias. Ensinado por mais de um século nas
escolas médicas como um remédio infalível, tanto o público quanto o governo
aceitaram as vacinas como se elas fossem um princípio científico bem
estabelecido. Ao invés disso, nas palavras de Dr Creighton, historiador de
doenças epidêmicas, elas são “uma grotesca superstição”. Dr. Guylaine
Lanctot, médico, afirmou que, em algum momento do futuro “nós vamos entender
que o maior dos crimes contra a humanidade foram as vacinas”. Dr.Richard
Morkowitz, médico, disse, “Vacinas tornaram-se sacramentos de nossa fé na
biotecnologia, porque: 1) sua eficácia e segurança são amplamente vistas como
auto-evidentes, não necessitando de nenhuma outra prova; 2) elas são dadas
automaticamente para qualquer um, pela força se necessário, mas sempre em nome
do bem comum; e 3) elas iniciam ritualmente nossa participação leal no jogo
médico como um todo. Elas celebram nosso direito e poder, enquanto
civilização, de manipular os processos biológicos visando o lucro, sem muita
preocupação ou mesmo qualquer conceito explícito da população a ser sujeita
a elas.” Essencialmente é simplesmente assumido que toda pessoa civilizada do
planeta dá vacina às suas crianças e a crescente onda de pessoas informadas
que escolhem não fazê-lo por alguma boa razão, são escarnecidas e ignoradas.
A
intensa pressão psicológica e medo que os pais sentem e que os levam a vacinar
suas crianças,
não são acidentais, mas o resultado
de bem planejadas e bem
financiadas campanhas de marketing.
Não
foi há muitos anos atrás que quatro de cada cinco médicos eram conhecidos por
recomendar esta ou aquela marca de cigarros. Cinqüenta anos atrás os médicos
baforavam por aí e não achavam nada errado em seus pacientes fazerem o mesmo.
É claro que alguns ativistas advertiam contra o risco de fumar cigarros, mas os
médicos tinham o seu discurso, e desconsideravam tais advertências, porque
eles nunca aprenderam nas escolas médicas que fumar era perigoso. Não havia
pontos de vista opostos para o médico considerar, então, suas cabeças eram
feitas pelo marketing inteligente. Hoje,
ocorre o mesmo com a questão das vacinas; a grande diferença é que o dano
está sendo causado às crianças, aos pequeninos, aos seres mais vulneráveis,
que não têm absolutamente nenhuma chance de se defenderem.
Neste
livro você vai encontrar cientista após cientista e pesquisador após
pesquisador lhe dando razões para acordar do pesadelo que está acontecendo nos
consultórios pediátricos ao redor do mundo.
O
fato é que a idéia que temos sobre a vacinação tem sido cientificamente
implantada na consciência do público por milhares de propagandas pelas ultimas
décadas. Injetada, por assim dizer, na consciência coletiva da humanidade.
Muitos pensamentos e atitudes básicas estão continuamente sendo formados e
moldados deliberadamente por pessoas e organizações dedicadas a esta tarefa.
Há muitos assuntos de importância que são propositalmente fixados na
consciência pública como sabedoria convencional. As pessoas em geral pensam da
mesma forma sobre uma ampla variedade de assuntos porque companhias têm gastado
centenas de milhões em marketing de mídia ao longo de muitos anos, para terem
certeza de que isto ocorreria desta forma. Pouquíssimas pessoas estão
prestando atenção a este processo de condicionamento ao qual elas têm sido
submetidas, numa manipulação tipo “Matrix”, não por super computadores,
mas por mega-corporações e as pessoas que as dirigem. Ainda assim, muitos
abrem caminhos pelas trevas da ignorância e cegueira, e há muitos médicos que
afirmam categoricamente:
Não ha nenhuma evidência, de forma alguma, da capacidade das vacinas de prevenir qualquer doença. Ao contrário, há uma grande riqueza de evidências de que elas causam sérios efeitos colaterais.
Dra Viera Scheibner PH.D
Por
exemplo, acredita-se que a asma, que é uma desordem auto-imune, e que está no
topo da lista de doenças respiratórias crônicas que acometem crianças nas
sociedades ocidentais atuais, é, pelo menos parcialmente, desencadeada pelas
vacinações. Um estudo de 1997, publicado na revista Science, reportou
que “a ocorrência da asma nas sociedades ocidentalizadas tem crescido
progressivamente neste século, tendo dobrado nos últimos 20 anos. A asma agora
atinge uma em cada sete crianças na Grã Bretanha e, nos Estados Unidos, é a
causa de um terço das visitas às salas de emergência pediátricas.” Em
1995, o CDC reportou que, entre 1982 e 1992, a asma aumentou 52% em pessoas
entres as idades de 5 e 34 anos, e as mortes por asma aumentaram 42%. Em 1997,
num artigo da revista Epidemiology , da Nova Zelândia, pesquisadores
afirmaram que “é teoricamente possível que a imunização pode contribuir
para o desenvolvimento de doenças alérgicas”. De 1265 neozelandeses nascidos
em 1977, 23 não receberam nenhuma das vacinas infantis, e nenhum desses sofria
de asma. Entre os 1242 que receberam inoculações de pólio e DPT, 23%
apresentaram mais tarde episódios de asma, 23% tiveram consultas para asma e 30
% tiveram consultas para outras doenças alérgicas. A conclusão deles foi: “Esses
dados apresentados aqui são consistentes com a hipótese de que algum
componente das imunizações infantis pode aumentar o risco de desenvolver asma
na infância”.Se isso é verdade, espere escutar seu médico ou conselho
médico local insistir em que é melhor para sua criança ter asma pela vida
inteira do que contrair uma doença infecciosa infantil.
O
jornal Austin American Statesman, como a maioria da mídia de massa no primeiro
mundo, se posiciona a favor da vacinação compulsória em massa de crianças,
mas os furos estão começando a aparecer. Com uma pungência imoral eles ainda
comunicam ao público que “o bem supremo das imunizações obrigatórias das
crianças é inquestionável”. Conseqüentemente, o Austin American está
pressionando por uma nova legislação no Texas “requisitando” que as
crianças sejam imunizadas antes de matricularem-se na escola.
“Certamente
há crianças que sofrem efeitos colaterais com as imunizações, mas raramente
elas são sérias.
Efeitos colaterais sérios das vacinas, segundo o CDC, variam
de um em milhares a um em milhões. Imunizações têm salvado milhares de vidas
e há ‘poucas evidências’ de que a vacinação contribui para doenças
sérias ou morte.” Os furos estão representados pela admissão de que há
“algumas”
evidências. Mas, o efeito de tais comunicações vindas de jornais de
reputação, incluindo o New York Times, é dar suporte a uma campanha massiva
para envenenar bebês recém-nascidos, desde o primeiro dia de vida. Há
informações abundantes proclamando os benefícios da vacinação, e é
excepcionalmente rara a ocasião em que vemos a mídia convencional levantar
questões sobre isso. Entretanto, em todas as outras questões de saúde e
consumo, é universalmente aceito que as crianças são as que mais se
beneficiam quando os pais ouvem todos os pontos de vista sobre assuntos
controversos.
Os
promotores das vacinas admitem que reações adversas realmente ocorrem, mas
dizem que são “apenas” temporárias e acidentais. As
associações médicas manipularam nossos corações, nossa
preocupação coletiva por nossas crianças,
e usaram nosso amor inato por elas contra nós.
Bertran
Russell disse “Eu tenho visto o mundo afundando cada vez mais profundamente
dentro da loucura. Eu tenho visto crueldade, perseguições e superstições
aumentando a passos largos”.Nas páginas seguintes você verá ampla
evidência de que esta loucura e crueldade estão dirigidas aos recém-nascidos
em seus primeiros momentos de vida. Nessas páginas você verá os testemunhos
de muitos médicos e outros profissionais da saúde que, juntos, pintam uma
imagem que somente aqueles insensíveis e criminosamente desinformados poderão
ignorar. É realmente o pior pesadelo dos pais tornando-se realidade, parece
que eles têm sido enganados, acreditando que estão fazendo algo bom para seus
filhos ao vaciná-los, quando, de fato, seus filhos estão sendo feridos. O
horror tem atingido as vidas de muitas famílias, mas, da mesma forma que muitos
negam o holocausto de cinqüenta anos atrás, os médicos, enfermeiras, oficiais
da saúde, jornais e televisões negam que qualquer coisa possa estar
acontecendo. Bernard Rimland, P.H.D, coloca muito bem essa questão quando diz
“Os fabricantes das vacinas, O CDC, o FDA e as várias associações médicas
têm falhado miseravelmente em sua obrigação de proteger nossas crianças. As
invés de admitir o seu papel na criação do imenso e catastrófico aumento do
autismo, essas organizações escolheram negar e confundir o público. Eles
correm o risco de perder sua credibilidade, e bilhões de dólares em processos
legais irão em breve chegar às cortes”.
Quando
Elizabeth recebeu sua primeira dose das vacinas DPT/OPV, aos dois meses de
idade, ela era um bebê sorridente e feliz. Eu ainda posso lembrar do seu grito
extremamente agudo após a vacinação, que se entendeu por várias horas. Ela
parecia um animal ferido, gritando por socorro. Ela desenvolveu uma febre baixa
e um rubor nas faces.
Eu
discuti isso com o pediatra, que me disse que eu era uma mãe excessivamente
preocupada por ser este o meu primeiro filho, numa idade já avançada, e que
Elizabeth tinha tido uma reação normal. Sua segunda vacina foi na idade de 4
meses e meio. Neste momento Elizabeth estava sentando; ela estava passando os
objetos de uma mão para outra, e rolando de um lugar para outro. Na tarde de
sua segunda vacina, ela teve a sua primeira convulsão, apesar de naquele
momento eu não saber o que era aquilo. Ela estava deitada no chão em frente a
mim. Eu ainda posso ver seu pezinho tremendo por vários segundos. Eu liguei
para o pediatra, que me disse que isso era normal, o sinal de um sistema nervoso
imaturo. “Pare de se preocupar”, ele me disse.
Durante
as 2 ou 3 semanas seguintes eu continuei a ver esses episódios, acompanhados
por um declínio em suas funções. Um dia ela caiu de sua cadeira alta, incapaz
de continuar sentada. Ela já não podia mais usar sua mão esquerda. Nós
pensamos que ela estava demonstrando uma preferência pela mão direita, sem
saber que esta habilidade não se desenvolveria até meses mais tarde. Um
sábado à noite, eu estava segurando sua mão quando ela começou a tremer. Ela
tinha uma febre e eu não era capaz de parar com o tremor. Nós levamos
Elizabeth à emergência. Eles nos disseram que não nos preocupássemos, ela
tinha uma pequena virose. Quando seu estado piorou aquela noite, eu a levei para
outro hospital, onde me disseram que ela podia ter tido uma convulsão
localizada, para ligar para o pediatra na segunda-feira. “Vá para casa e pare
de se preocupar!” Nós chegamos em casa e naquela tarde nossa linda bebezinha
teve uma convulsão generalizada e parou de respirar. A vida nunca mais foi a
mesma.
Não
há mais nenhuma dúvida de que os oficiais da saúde estão encobrindo uma
grande história, tentando desviar uma crescente onda de evidências que ameaça
a própria fundação da ciência e prática médica. É obvio que a profissão
médica não pode correr o risco de que o público descubra a verdade sobre as
vacinações, porque simplesmente há muita coisa em jogo para eles. A
pergunta-chave é, porque tantas pessoas estão em negação, sem querer admitir
as evidências óbvias que mostram que nós estamos arriscando as vidas e a
saúde de nossas crianças ao levá-las ao médico para uma vacina? É difícil
porque, se você admitir para si mesmo que tal coisa está acontecendo, você
tem a obrigação moral de exigir uma completa investigação e mudança nos
procedimentos médicos usuais; mas isso nos coloca face a face com a máquina
financeira de uma política médica poderosa e sem escrúpulos, que não é
democrática nem aberta a nenhuma verdade que não seja a sua própria. É uma
perspectiva assustadora desafiar as postulações básicas sobre as quais tanta
coisa está estabelecida. Ainda assim, qual é a alternativa se nós não
podemos encontrar pessoas com coragem e comprometidas com a verdade? Deixar que
bebês em todo o mundo sejam arriscados nos altares/mesas médicas das clínicas
ao redor do planeta? Uma mulher que perdeu o seu bebê, Christine Colebeck,
escreveu: “Quando eu comecei a alertar os pais sobre os perigos da
vacinação, fiquei horrorizada em perceber que não só muitos pais são
ignorantes dos fatos, mas eles PREFEREM ser ignorantes. Eles não querem gastar
seu tempo para se educarem antes de fazerem uma escolha, e esta ignorância pode
lhes custar o tesouro mais precioso que eles possuem”.
Você pode imaginar a importância política e econômica da descoberta de que as imunizações estão matando milhares de bebês?
Dr. Douglass, médico
Ou
existe hoje um aumento sem precedentes no número de pessoas que cometem
infanticídio, ou as vacinas infantis estão causando não somente um alarmante
número de mortes, mas uma epidemia de desordens para as quais não há outra
explicação. Hoje um grande número de bebês está morrendo em questão de
dias ou semanas após o nascimento, depois da vacina de hepatite B, bem como das
várias outras vacinas que são dadas nos primeiros dias e meses da vida do
bebê.
Minha
filha, Lyla Rose Belkin, morreu em 16 de setembro de 1998, com cinco semanas de
idade, cerca de 15 horas após receber sua segunda dose da vacina de hepatite B.
Lyla era um bebê ativo e alerta quando eu a segurei pela última vez em meus
braços. Nem podia imaginar, quando ela fixou atentamente seus olhos em mim, com
toda a inocência e a admiração de um recém-nascido, que ela iria morrer
aquela noite. Ela nunca esteve doente antes de receber aquela vacina de hepatite
B naquela tarde. Em sua última mamada aquela noite ela estava extremamente
agitada, barulhenta e agressiva - e
então ela caiu no sono repentinamente e parou de respirar. A autópsia acusou
choque, o Examinador Médico de Nova York (Dr. Persechino)
taxou sua morte de Síndrome da Morte Súbita (SIDS). Mas ele esquivou-se
de mencionar, em seu relatório da autópsia, o cérebro inchado de Lyla ou a
vacina da hepatite B. O médico que fez a autópsia falou comigo, minha esposa e
nosso pediatra (Dr. Zullo) no dia da autópsia e afirmou claramente que o seu
cérebro estava inchado. As notas do Dr. Zullo sobre esta conversa são “cérebro
inchado ...a causa não está clara ainda...não pude ver como uma vacina
recombinante poderia ter causado o problema”
Michael
Belkin
Testemunho
ao Congresso, 1999
Os
arquivos do CDC incluem 32.731 registros de possíveis reações decorrentes da
vacina de hepatite B desde 1991, incluindo 10.915 entradas na emergência, 685
reações com risco de vida, 3.700 hospitalizações, 1200 incapacitações e
618 mortes. A vacina da hepatite B parece ser muito mais perigosa do que as
vacinas tradicionais porque ela inocula no corpo células que são estranhas ao
seu código genético. Bonnie Dunbar, Ph.D., professora de biologia celular na
Faculdade Bayton de Medicina, em Huston, investigou a hipótese de a vacina de
hepatite B, que é geneticamente construída, “confundir” o sistema
imunológico dos indivíduos geneticamente suscetíveis e o levar a atacar seu
próprio corpo, causando disfunções auto-imunes e cerebrais incapacitantes.
Vacinas recombinantes de hepatite B contém seqüências de polipeptídeos
similares àquelas presentes em tecidos cerebrais humanos como a mielina. É
sabido que polipeptídeos virais podem induzir doenças auto-imunes parecidas
com esclerose múltipla e artrite reumatóide. Há muitas avenidas de ataque
possíveis que esta vacina pode tomar para ferir crianças pequenas. Algumas
são óbvias, como a inclusão de venenos tóxicos, usados como preservativos,
no sistema nervoso. Outras, como a invasão do corpo por estruturas protéicas
desestabilizadoras, levam mais tempo para fazer o seu trabalho sujo.
A
produção de vacinas é uma industria gigantesca e o que você paga pelas
inoculações e visitas médicas é um grande negócio para pediatras, médicos
de família e veterinários.
No
caso da vacina da hepatite B nós estamos vendo algo particularmente assustador
acontecer. Nós estamos assistindo a uma loucura, pois médicos e enfermeiras
estão, imperdoavelmente, se deixando enganar em dar perigosas vacinas POR
ABSOLUTAMENTE NENHUMA RAZÃO. Alguém deveria também pensar em vacinar
bebês contra acidentes de carro quando eles estivessem adultos, pois hepatite
B não é uma doença infecciosa infantil. Ainda assim, em 1991, o Centro
para Controle de Doenças (CDC) recomendou vacinar todos os recém-nascidos
antes de serem liberados do berçário da maternidade. Disseminada através de
fluidos corporais infectados, principalmente sangue, esta doença é mais comum
em populações adultas de alto risco como usuários de drogas intravenosas,
prisioneiros, indivíduos com múltiplos parceiros sexuais, aqueles que recebem
transfusões sanguíneas e profissionais da saúde expostos a sangue
infectado.
Um
médico inteligente e consciencioso deve recomendar CONTRA a vacina de hepatite
B , especialmente para recém-nascidos, a não ser para algum bebê que esteja
excepcionalmente sob risco devido a uma mãe infectada, contato em seu
ambiente familiar, ou seja membro de uma população onde esta doença seja
comum.
Jane
Orient, M.D.
Diretora
da Associação Americana de Médicos e
Cirurgiões
Médicos
reportaram cerca de 10.000 casos de hepatite B nos Estados Unidos em 1997, com
apenas 306 ocorrendo em crianças abaixo dos 14 anos. Os únicos bebês que
correm risco são aqueles nascidos de mães infectadas com o vírus da hepatite
B. Em 1996, somente 56 casos da doença foram reportados ao CDC na faixa etária
de 0 a 1 ano. Houve 3.9 milhões de nascimento naquele ano, então a incidência
observada de hepatite B no grupo de 0 a 1 anos foi de simplesmente 0,001 por
cento. No VAERS (órgão governamental, nos EUA, responsável por receber
denúncias de casos de crianças que foram prejudicadas por vacinas)
houveram 1080 casos reportados de reações adversas com a vacina de
hepatite B, apenas em 1996, na faixa etária de 0 a 1 ano, com 47 mortes
reportadas. Ficamos imaginando se o fato da Merk, a fabricante desta vacina,
fazer cerca de 1 bilhão de dólares por ano com a venda de vacinas, tenha tido
alguma influência sobre o CDC. Temos que questionar seriamente, sabendo que o
sistema nervoso central de um recém nascido é particularmente suscetível a
influências tóxicas, o porquê das crianças estarem sendo, em massa,
enfileiradas para esta imunização da qual elas não precisam.
“Nós
enterramos ontem nossa filha, de 34 semanas de idade; ela morreu enquanto eu a
estava amamentando. Eu notei sangue correndo de sua boca enquanto mamava. Minha
filha morreu em meus braços e não houve nada que eu pudesse fazer para
salvá-la. Durante o funeral, veio
à minha mente que ela tinha sido vacinada para Hepatite B cerca de um dia antes
de sua morte”.
Quase
todo bebê recém-nascido nos EUA está agora sendo recepcionado em sua entrada
no mundo com a injeção de uma vacina contra uma doença sexualmente
transmissível que os bebês não estão sob risco de contraírem. Originalmente
o CDC tentou dar esta vacina aos adolescentes, e tentou “pegar” os viciados
em heroína, prostitutas, homosexuais e heterosexuais promíscuos para tomar a
vacina, mas é difícil fazê-los aparecer para tomar as três doses. Então,
com efeito, o CDC disse “Bem, nós temos uma audiência cativa entre os
recém-nascidos, vamos jogar com segurança e dar a vacina a eles”. E mesmo
que a própria Associação Americana de Médicos e Cirurgiões (AAPS) se oponha
à campanha de imunização universal contra hepatite B, o CDC insiste em
vacinar todos os recém-nascidos e crianças pequenas contra esta doença,
alegando que elas podem agir irresponsavelmente mais tarde na vida. Mas os
próprios fabricantes das vacinas nem mesmo sabem quanto tempo a imunidade
induzida pela vacina vai durar. A AAPS é uma organização nacional de médicos
devotados a defender a pureza da relação médico-paciente. Os fundos da AAPS
provêm quase exclusivamente de taxas pagas por seus membros. Eles não recebem
fundos do governo, doações de grandes organizações, ou dinheiro dos
fabricantes de vacinas. Enquanto isso, os quadros do CDC e do FDA são compostos
por pessoas ligadas de muitas formas à indústria de vacinas. O conflito de
interesses é significativo, e o preço disso é um rio de sofrimentos sem fim.
A
questão sobre a vacina da hepatite B expõe uma arrogância audaciosa da parte
não somente das companhias farmacêuticas, mas também da profissão médica e
agências médicas como um todo. A informação dada aos pais sobre esta vacina
é uma piada, e não cumpre de forma alguma a necessidade de informá-los
plenamente sobre as necessidades e riscos que seus bebês correm. A
manipulação médica sobre este assunto é óbvia. Quando os oficiais médicos
do CDC dizem que “pegar a doença pode causar danos mais sérios do que tomar
a vacina”, eles estão deliberadamente jogando com a ignorância médica da
pessoa comum. Dra. Jane Orient testemunhou diante do congresso que “isso,
literalmente, pode ser verdadeiro, mas leva a uma séria distorção dos fatos
se o risco de pegar a doença é praticamente nulo (como é verdadeiro para a
maioria dos recém-nascidos americanos)”. E como ápice desta loucura médica,
a Merk & Co. atesta, na bula do seu produto, em 1996, que “A duração do
efeito de proteção da vacina em pessoas saudáveis é desconhecida no
presente, e a necessidade de doses de reforço ainda não está definida”. As
crianças não só não precisam da vacina contra a hepatite B, mas também,
mesmo que elas precisem, em algum momento mais tarde em suas vidas, não há
nenhuma garantia de que esta vacinação ao nascer vá protegê-la em sua
adolescência e juventude. As informações dadas aos pais sobre esta vacina
usualmente não incluem este “detalhe”.
Para
a maioria das crianças, o risco de uma reação adversa séria à vacina pode
ser
100 vezes maior do que o risco de contrair a
hepatite B. De forma geral, a incidência de hepatite B nos EUA é
atualmente de 4 por 100.000. O risco para crianças pequenas é muito menor; a
hepatite B está fortemente concentrada em grupos de risco, devido à
ocupação, promiscuidade sexual ou abuso de drogas.
Dra.
Jane Orient, médica.
É
um dia realmente triste para a humanidade, este em que ela arrisca suas
próprias crianças, e é profundamente triste que a maioria das pessoas não
olhem clara e cuidadosamente todas as informações disponíveis. Elas preferem
permanecer ignorantes, e, desta forma, condenam uma quantidade desconhecida de
recém-nascidos à morte ou a danos sérios. O infanticídio é possivelmente a
mais brutal e destrutiva manifestação do preconceito anti-feminino que tem
permeado as sociedades “patriarcais” por vários milênios, e agora parece
realmente que a ciência médica assumiu as rédeas do terror. Quando os
oficiais federais da saúde e pediatras se abstêm de advertir o público sobre
os riscos devido ao medo de que os pais parem de vacinar suas crianças, eles
estão usando todo o poder de suas posições para participar no assassinato de
milhares de infantes e infligir danos de forma cruel e ilícita a centenas de
milhares de outros.
Os
pais deveriam saber que os médicos e oficiais da saúde
preferirão acusá-los de sacudir seus filhos até a morte (Shaken Baby
Syndrome),
acusá-los de assassinar suas próprias crianças, do que aceitar
qualquer responsabilidade por sua ignorância ao ‘fato’ de que as vacinas
estão causando morte em crianças”
No
número de 24 de maio de 1996 do Jornal Médico da Nova Zelândia, Dr. J.Barthelow
Classen, médico, ex-pesquisador do Instituto Nacional da Saúde dos EUA (NIH),
reportou que a diabetes juvenil aumentou 60 por cento em seguida à campanha de
vacinação massiva contra a hepatite B para bebês de seis semanas ou mais, na
Nova Zelândia, de 1988 a 1991. No artigo de 22 de outubro de 1997 do periódico
“Doenças Infecciosas na Clínica Médica”, Classen mostrou que a
incidência de diabetes na Finlândia aumentou 147 por cento em crianças abaixo
dos cinco anos após três novas vacinas serem introduzidas na década de 1970,
e aumentou 40 por cento em crianças entre 5 e 9 anos após a adição das
vacinas MMR e Hib na década de 1980. Ele concluiu “O aumento da IDDM
(diabetes inicial juvenil) em diferentes grupos etários correlacionou-se com o
número de vacinas administradas”.
Meus dados indicam que os estudos usados para apoiar as imunizações são tão inconsistentes que é impossível dizer se elas oferecem um benefício real para qualquer pessoa ou para a sociedade em geral.
Dr.
John B. Classen, médico.
Apesar
do fato de dúzias de doutores, pesquisadores e investigadores independentes
terem revelado sérias inconsistências na teoria e prática das imunizações,
a profissão médica ainda não está interessada em ver ou entender a campanha
de terror que eles estão infligindo às famílias. Enfermeiras, pediatras e
pais estão quase completamente inconscientes das alarmantes informações e
descobertas que têm se acumulado por décadas, porque há interesses e forças
econômicas que estão dedicadas a manterem as coisas desta forma. “A
profissão médica é um grande cartel. Por meio disso, nós temos adquirido um
imenso poder, que está aumentando a cada ano. As pessoas não podem nascer sem
nós, elas não podem morrer sem nós”, disse Dr. Allison, já em 1883.
Eu tenho grande orgulho em ser médico. Eu não trocaria de lugar com ninguém no mundo. Mas eu também temo pelo futuro de minha profissão.
Dr. Harold E
Buttram, MD
Talvez
a profissão tenha se intoxicado com seu próprio poder, e não está mais
consciente da realidade, que viola os princípios básicos de compaixão da
medicina e dos cuidados com a saúde. Hoje alguma coisa mudou e pouquíssimos
médicos ouvem os pais de crianças autistas, daquelas que morreram de SIDS
(síndrome da morte súbita) ou outras crianças prejudicadas pelas vacinas.
Mesmo que eles os escutem, muito poucos acreditam no que os pais estão lhes
dizendo. Houve uma época onde os médicos gastavam o seu tempo ouvindo seus
pacientes, e, igualmente importante, levavam muito a sério as informações que
esses lhes davam. Eles acreditavam no que os seus olhos lhes diziam, e deduziam
diagnósticos baseados em suas observações e perguntas. Hoje, sem
diagnósticos de testes eles se sentem incrivelmente inseguros de confiar em sua
própria percepção, parcialmente devido aos processos judiciais por erro
médico. Mas eles estão ainda mais amedrontados de perceber qualquer coisa que
contradiga a linha formal ditada pela AMA (Associação Médica Americana), FDA
e CDC. Eles podem estar literalmente matando bebês com venenos injetáveis, mas
poucos podem conseguir a coragem para parar, desde que as principais
organizações médicas digam que tal prática é tão segura quanto uma torta
de maçã.
Vacinas tornaram-se sacramentos de nossa fé na biotecnologia. Sua eficácia e segurança são amplamente vistas como auto-evidentes, não necessitando de maiores provas.
Dr. Richard Moskowitz
Com
este tipo de atitude, crianças podem ser levadas à emergência de um hospital
apenas algumas horas após terem sido vacinadas e a maioria dos médicos
simplesmente não vai fazer a conexão lógica de que a causa da emergência
médica foi a vacina. Mesmo se uma criança morrer logo após, os médicos e
enfermeiras não associam as coisas, porque eles não querem associar. Porque
eles sabem que, associando, eles estarão confrontando um cartel que pode tirar
a sua licença médica ou tornar suas vidas difíceis em um número de
diferentes maneiras. Após ler esta introdução, e com a leitura total deste
livro, uma pessoa pode apenas pasmar diante de afirmações de instituições
convencionais como:
Porque as vacinas são dadas a pessoas que não estão doentes, elas estão no mais alto nível de segurança. Como resultado, elas estão entre as coisas mais seguras que nós colocamos em nosso corpo.
Hospital de Crianças da Filadélfia
Como
alguém define a palavra “seguro”? “Se seguro é definido por ‘livre de
qualquer efeito negativo’, então as vacinas não são seguras. Todas as
vacinas têm possíveis efeitos colaterais”, afirma o Hospital de Crianças da
Filadélfia. É interessante notar a contradição desta instituição
pró-vacinas. Assim como a maioria das instituições médicas, eles insistem em
que esses efeitos colaterais são moderados e raros. “Moderados e raros” é
o slogan da comunidade médica e pró-vacinas. Moderados e raros, moderados e
raros, moderados e raros, se você disser isso muitas vezes talvez você vá
acreditar. O fato é que a ampla maioria de nós tem mordido esta isca; e a
triste realidade é que milhares de famílias têm pagado um grande preço em
termos de sofrimento massivo, agonia e morte.
“Levei
recentemente minha nenê, de dois meses, para sua primeira dose das vacinas DPT,
polio oral e Hib. Quando retornamos
da clínica, seu choro transformou-se
numa espécie de grito agudo. Ela ficou inconsolável,
e eu fiquei desesperada. Ela finalmente gritou até cair em exaustão,
algumas horas depois. Na manhã seguinte eu acordei com meu marido gritando que
nossa nenê estava morta”
Tornou-se
difícil confiar nos médicos, quando lembramos da época em que eles queriam
que toda criança extraísse as amídalas.Agora, as mães têm que se perguntar
porque hoje em dia esses mesmos médicos insistem em que as amídalas devem
permanecer no lugar. Onde os médicos, no passado, prescreviam antibióticos
para qualquer garganta inflamada, pacientes dependentes de remédios estão
agora sendo culpados por novas linhagens de bactérias resistentes. Uma nova
droga promovida como salvadora de vidas hoje é retirada do mercado amanhã por
matar aqueles que a tomaram. Hoje as vacinas são consideradas seguras, amanhã
elas serão vistas como as mais perigosas substâncias conhecidas para a
humanidade.
Nos
últimos 30 anos, o aumento na quantidade de vacinas
tem coincidido com o aumento do câncer infantil, que se tornou a doença
número um da qual as crianças abaixo dos 14 anos estão morrendo.
A
vacinação contra as doenças infecciosas infantis é um dos sacramentos mais
intocáveis da medicina moderna. De acordo com Dr. Campbell, professor de
Medicina da Família na Nova Zelândia, “qualquer médico que questione a
segurança das vacinas ou é um tolo ou muito corajoso”. Mas, esta história
termina nos pais, porque são eles que têm que decidir, e são eles que dão
permissão para os médicos e enfermeiras injetarem suas crianças com vacinas.
Os pais não podem pagar o preço de serem tolos ou ignorantes. Eles devem se
informar, e este livro é dedicado a este propósito.
A
real intenção deste livro é prevenir que histórias como esta aconteçam: Em
18 de fevereiro de 1991, Miriam Silvermintz, de Fair Lawn, Nova Jersey,
levou seu filho de sete meses , Nathan, ao pediatra, para sua terceira
série de vacinações. Ela ficou feliz em ouvir o médico dizer que seu nenê
estava crescendo lindamente. Somente cinco horas mais tarde, quando Nathan
estava deitado em seu berço, ele começou a gritar de dor. Aterrorizada, Miriam
correu e pegou seu bebê em seus braços. Nathan desfaleceu, seus olhos rolando
para dentro em sua cabeça, conforme ele sofria uma convulsão severa. “Nós
ligamos para a emergência, e eles tentaram tratá-lo por 45 minutos”, diz
Miriam. “Mas eu sabia, quando o segurei em meus braços, que ele estava
morrendo” O que matou Nathan? “Quando eu primeiro liguei para o pediatra,
assim que a ambulância chegou, ele disse que Nathan provavelmente estava
simplesmente tendo uma reação à injeção de DPT”, Miriam recorda. “Mas
quando Nathan morreu, o médico mudou de opinião, e disse que isso não tinha
nada a ver com a vacina (Em 1994, A corte federal americana indenizou os
Silvermintzes, baseada na Lei Nacional de Danos da Vacinação Infantil, de 1986
1)
Quando oficiais federais de saúde e pediatras evitam advertir o público sobre os riscos das vacinas, devido ao medo que os pais parem de vacinar as suas crianças, eles colocam em perigo, machucam e algumas vezes matam os pequenos bebezinhos confiados aos seus cuidados.
1 - O EUA têm, desde 1986, uma lei que determina que o governo federal indenize os pais de crianças que morreram ou foram prejudicadas por vacinas.
|
|
Menu de artigos da seção Fraudes Médicas
Novos Estudos Mostram Que as Drogas Para a Aids São Tão Efetivas Quanto a Pobreza e a Desnutrição.
IMVA - Por uma Medicina Mais Humana
A FACE OCULTA DE DONALD RUMSFELD
Seja
um colaborador do site
Página Principal