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"O conspirador mais eficiente é aquele que convence o maior número de pessoas de que seus delatores são malucos."
Anjos, deuses e equívocos Trecho
retirado do livro:
“Luz
e Treva: Compreendendo a Dualidade”,
da
autora Wyliah Outro
tema que valia a pena ser melhor analisado se referia à Hierarquia
Angélica, uma vez que inúmeros seres das Trevas utilizam-se destas
imagens “míticas” para manipular e iludir pessoas ingênuas ou
incautas, dificultando o verdadeiro “re-ligare”. E, também:
obstruindo o livre fluir das energias das pessoas, o que dificulta a
clareza interna para que seja possível a separação interior “trigo-luz/trigo-treva”,
para que seja possível a Transição Planetária das duas Terras. No
primeiro capítulo do livro O mundo dos Anjos e os Devas (Michel
Coquet) existe um resumo das definições existentes de diversos povos
sobre esta Hierarquia. Todos os credos religiosos citados colocam os seres
angélicos como “Agentes do Divino”, porque são mensageiros
e intermediários da Vontade da Grande Mente Cósmica para a
manifestação do Grande Mistério. Assim, segundo o que posso
compreender, eles são protetores, transmutadores, ou criadores de tudo o
que existe e, sem dúvida, exercendo diversas funções nos vários
níveis de atuação no Universo Manifestado. São chamados de “Anjos”
no Ocidente e de “Devas” no Oriente. A
nomenclatura mais comumente conhecida no Ocidente os divide em sete
grandes grupos: 1.
Os Serafins são os
responsáveis pela coordenação de todas as ordens angélicas; concebem
os “moldes primais” de tudo o que virá a existir; são os
representantes mais elevados que nos é possível contatar numa expansão
da consciência. 2.
Os Querubins guardam os mistérios
da conformação, porque estão mais próximos dos Princípios
Criadores, do “Jardim do Éden”. 3.
As Virtudes são responsáveis
pela transmissão dos fluxos de energia das regiões primordiais aos seres
angélicos criadores de qualquer dimensão existencial. 4.
Os Principados trabalham como
protetores das nações e das raças, guardando suas características
diferenciais básicas. 5.
As Dominações coordenam as
atividades angélicas de criação, manutenção e destruição do “palco
da Vida”, com pouca atuação sobre a Hierarquia Humana. 6.
Os Tronos estão ligados muito
proximamente aos Senhores do Carma, de forma a fazer valer as Leis do
Equilíbrio Energético entre todos os seres de todos os Reinos quando as
existências ganham forma. 7.
Os Arcanjos e Anjos
são os mensageiros divinos que mais interagem diretamente conosco de
muitas maneiras, conformando o Grande
Jogo do Criador eles mesmos ou por meio da coordenação de Elementais. Cada
linha espiritualista possui definições precisas para cada uma das Ordens
angélicas mencionadas e estas caracterizações podem alterar um pouco a
seqüência hierárquica proposta acima, ou mesmo introduzir mais um ou
outros estágios. Porém, o que se espera em qualquer uma das seqüências
é a gradual materialização do “palco da Vida” universal em Luz e
Treva pelos agentes angélicos em simbiose perfeita aos diversos agentes
da Hierarquia Humana (estes, trazendo os comandos da Vontade Una e Divina
para criar, manter ou destruir, enfim, co-manifestar o Grande Jogo do Criador). Dada
esta estreita simbiose de atuação, é comum existir a confusão – por
parte das pessoas que não possuem a percepção treinada – em descrever
e especificar com qual tipo de entidade espiritual está lidando. Não é
porque se vê
um ser de luz radiante a “pairar no ar” que este será um
representante angélico. Muito menos, acreditar que um ser pertencente à
Hierarquia Humana é um anjo,
só porque o estamos vendo investido do seu Eu Anjo naquele momento –
além de saber reconhecer quando uma entidade já fundiu em si mesma a
dualidade humano-angélica (como acontece, por exemplo, com os seres de Al
Nilan). Também existe a possibilidade de alguém carregar consigo alguma
forma-pensamento “enganosa” (quando esta pessoa é vista como “um
santo”, “um anjo” por outras pessoas, devido à sua característica
de comportamento altruísta), ou a possibilidade de se confundir qualquer
guardião ou amigo do sutil que nos ofereça proteção e auxílio como
sendo um “anjo da guarda”. E, pelo fato da visão do sutil ser uma
percepção bastante variável nas pessoas, é possível vermos uma
entidade da Hierarquia Humana com os braços elevados e confundirmos (por
não vermos com clareza) sua luz e aura tão brilhantes, que
achamos ser uma perfeita composição de “asas angélicas” erguidas
aos céus. Outra confusão muito comum (porque a grande maioria das
pessoas se mantém apartada dos seus eus ultradimensionais, portanto, não
estão com o sistema perceptivo mais sutilizado) é perceber que um ser
belo e de luz irradia “um amor mais sutil” e, por isto, defini-la como
um ser angélico, tamanha pureza que possuem (idéia mantida nas
profundezas do sistema de crenças e concepção de mundo de que “seres
humanos” são ímpios, e só os Anjos e os Mestres Ascencionados humanos
que não o são). Também é muito mais fácil para uma pessoa simples
(que possua um credo religioso limitante) afirmar ser “um anjo”
qualquer vislumbre de uma entidade luminosa do sutil, como ser “um
demônio” (denominação comum também utilizada para os Anjos das
Trevas) qualquer vislumbre de uma entidade das Trevas. Recordar também da
possibilidade e da facilidade existente de moldar a matéria astral em
qualquer forma desejada. Este método é muito utilizado pelos
manipuladores e ilusionistas das Trevas para enganar videntes limitados.
Contudo, também é possível produzir imagens celestiais “holográficas”
com tecnologia já existente com os seres das Sombras como com as da Luz. Graças
a estes equívocos simples, existem diversas contradições na literatura
esotérica e religiosa quanto à especificação de qual entidade surgiu
num contato, dando origem a inúmeros mitos. Porém, lembrar que o termo
“hierarquia humana” abrange todas as consciências de TODOS
os Reinos da Natureza terrestre e
cósmica. Ou seja, muitos extraterrestres da Luz foram interpretados no
passado (e mesmo ainda no presente) como seres angélicos, assim como
extraterrestres das Trevas foram classificados como demônios. Confusão
semelhante acontece ao definir como “deuses” (principalmente, se
pertencer a uma outra dimensão existencial que não a 3D) toda e qualquer
entidade que se apresente com uma imagem de luz radiante, possua poderes
extraordinários sobre a matéria e algum conhecimento sobre as Leis
Cósmicas – além de provocar algum enlevo no sensitivo, libertando-o
por momentos das suas agruras pessoais. No caso, o engano englobaria seres
tanto da Hierarquia Humana terrestre e extraterrestre[1],
quanto da Hierarquia Angélica. Só que seres da Luz ou das Trevas possuem
tecnologia avançada há milhares de anos! Isto quer dizer que, por
ignorância e ingenuidade, estamos à mercê dos ilusionistas vaidosos e
prepotentes há milhares de anos! O equívoco se torna mais grave quando
alguém contata algum ser destas Hierarquias e acredita estar se
comunicando diretamente com “deus”. E, é claro, por estar se
comunicando com uma explícita
entidade (por mais sutilizada que esta seja), vai afirmar que “deus”
é um ser de muita luz, amor e
sabedoria (se estas forem algumas características do temperamento deste
ser) que está numa outra existência “no céu”, portanto, apartado
das pessoas. Se este indivíduo possuir magnetismo pessoal e fala
convincente o suficiente para aglutinar em torno de si diversos
seguidores, pronto! Foi criada mais uma seita, credo, ou mesmo uma
religião com princípios separatistas e exclusivistas, considerando
qualquer outro “deus” como “falso”. Óbvio, se foram contatadas entidades
diferentes, não serão descritas de maneira semelhante! Se foram
contatadas entidades diferentes, com objetivos pessoais diferentes
para seu grupo de seguidores e discípulos, transmitirão suas “regras
de conduta” com um conteúdo bem diferenciado e explícito. Também
existe o fato das diferenças interpretativas normais que surgem como
conseqüência do crivo de entendimento de cada um dos sensitivos quando
canalizaram os dizeres e as regras de “deus” para “toda” a
humanidade. Só que “o”
Criador é a Grande Mente Cósmica, composta por tudo e por todos de
todos os Reinos da Natureza universal multidimensional, desde a mais
diminuta partícula subatômica, até o Logos multi-universal e além!
Nada nem ninguém está separado no Grande Mistério; não há
distinção entre “Criador” e Criaturas, porque tudo e todos somos UM.
Como poderemos alcançar uma Nova Era, se as crenças humanas ainda
estão embasadas em mitos e valores que foram alicerçados em contatos
tão antigos com os seres do sutil, contatos estes completamente
dependentes do crivo cultural e de temperamento daqueles paranormais tão
antigos? Quando
o ser humano compreender a concepção básica importantíssima de que o
Grande Mistério é TUDO,
que tudo e todos somos UM, deixarão de existir as guerras baseadas nos
princípios das diferentes religiões, mesmo que de maneira indireta. As
pessoas desenvolverão um respeito natural em relação a todos os seres
de todos os Reinos da Natureza, começarão a entender que todos somos irmãos,
porque unos em espírito e constituição, TODOS
buscando dentro de si mesmos as Leis da Harmonia, Paz e Felicidade
vigentes no Grande Mistério. A Dualidade passará a ser compreendida
e não mais será a fonte justificável para tantas guerras e desarmonias,
porque “deus disse” isto ou aquilo para aquele determinado médium. Durante
os meus ciclos de aprendizados, fui levada a interagir direta ou
indiretamente com vários representantes da Hierarquia Angélica. Nunca
precisei invocá-los; simplesmente, eu
era encaminhada pelos Instrutores a trabalhar em conjunto com eles. Neste
caso, a maneira de se fazerem reconhecer por mim sempre foi mostrando uma
imagem de si ou objeto que os caracterizaria pela angelologia a qual eu
tivesse acesso. Mas, quando eram identificados e eu aprendia suas senhas
energéticas, não mais se apresentavam com formas, porque não as
possuem definidas (principalmente, a partir dos Arcanjos). Então, por
reconhecimento posterior das suas senhas,
sabia com qual deles estava lidando. E, por comparações das suas
freqüências, podia classificá-los por “patamares vibracionais”,
percepção esta facilitada pelo fato de já ter acoplado o meu Eu Anjo
(abrindo o acesso direto aos mundos da Hierarquia Angélica pela via
dele). Entretanto, para um número relativamente grande de pessoas, os
seres angélicos das altas hierarquias mantêm suas imagens humanizadas
por estarem se mostrando apenas na tela mental do sensitivo (como numa
conversa telefônica monida de vídeo) e não pelo sensitivo estar numa
outra dimensão existencial num contato direto com eles. Este mecanismo de
interação leva estas pessoas a crer nas aparências, mas estas nada mais
são do que imagens convenientes para facilitar um trabalho conjunto. A
comunicação com a Hierarquia Angélica não acontece por frases ou
palavras, porque ela não segue o fator tempo. O “mundo dos anjos”
simplesmente É. Por esta
razão se comunicam conosco por meio de pictogramas ou por construções
geométricas sofisticadas (que contêm o símbolo de tudo o que desejam
expressar), ou mais comumente por “pacotes completos de informações”,
contendo tudo o que querem explicar numa forma complexa composta por sons,
imagens, texturas e conhecimento. Se alguém está “dialogando” com um
anjo, a probabilidade é muito alta deste ser não
ser um anjo (ou a história do contato foi descrita assim para
facilitar a compreensão das outras pessoas pelo que foi compreendido “de
uma só vez” pelo sensitivo). Outro
aspecto interessante a ser observado é que existe uma enorme diferença
perceptiva entre encontrar os seres angélicos no “nosso mundo” ou no
“mundo deles”. As substâncias conformadoras destas duas regiões
existenciais são absolutamente diferentes, apesar de tudo o que
conhecemos do Universo Manifestado em Luz e Treva ser construído por
seres angélicos. O “mundo dos anjos” é sentido como um ambiente
composto de “energia viva e fluida”. Cada patamar angélico apresenta
cores e freqüências vibracionais diferentes, dependendo de qual seja o
trabalho conjunto que se deseja realizar com eles. Se prestarmos
atenção, existirá um som característico que surge quando algo “está
sendo aglutinado e construído” por aquela energia viva, que nada mais
é do que a própria existência das entidades angélicas daquele patamar.
Por algum motivo, os seres humanos deixaram de perceber os “mundos
angélicos”, tornando o “nosso mundo” algo insípido, seco, estéril
e inerte, se comparado à percepção de outras civilizações que
possuíam a sensibilidade ajustada para vivenciar ambos os mundos
simultaneamente. Como
pude constatar em várias oportunidades em todos os ciclos de
aprendizados, não é nada fácil penetrar o mundo angélico, e isso só
acontece quando se tem missões específicas de alteração profunda
(por criação ou destruição) de alguma realidade; caso contrário,
basta saber invocá-los corretamente que virão ao nosso encontro no “nosso
mundo”. Os magos potentes brancos ou negros costumam formatar suas
magias justamente no “mundo dos anjos”, comandando diretamente com a
sua Vontade os seres angélicos que ali existem, para só depois a meta
das suas invocações se manifestar na dimensão objetivada do “nosso
mundo”. Os seres angélicos não possuem qualquer tipo de “pudor” ou
preocupação com conceitos e preconceitos sobre o que vem a ser a
dualidade luz-treva, porque sabem da importância da Dualidade para a
existência da Vida no Grande Jogo do Criador. Simplesmente,
obedecem ao comando que lhes é transmitido. Só que um mago negro possui
uma limitação óbvia de acesso aos seres angélicos muito sutis que
conformam a Terra-Luz, assim como os magos brancos não têm acesso aos
seres angélicos muito densos que conformam a Terra-Treva. Entretanto, na
vasta região intermediária relativa ao Astral, 3D, e Umbral, tudo pode
ser feito por ambos agentes. Lembrar que todos somos magos em alguma
medida, porque co-manifestadores da Vida no Grande Mistério, e acionamos
os seres angélicos a todo momento que invocamos ou desejamos algo para
nós ou para outros. “Só
que invocar anjos não é uma
tarefa tão simples quanto seguir manuais de orações e rituais”,
afirma a minha amiga magista. Diz ela que a escrita de um nome
angélico é uma coisa; pronunciá-lo e entoá-lo corretamente
durante a invocação é outra coisa. Neste caso, um desavisado poderá
achar que está invocando determinado ser de Luz, mas, na verdade, quem
virá é o relativo das Sombras. O efeito do pedido até pode se
manifestar; mas, como as leis são inversas também para estes
representantes angélicos das Trevas, a ligação cármica efetuada
poderá trazer efeitos colaterais nada agradáveis na vida dessa pessoa e
na dos outros envolvidos com o pedido. Outro
equívoco muito comum é contatar um representante angélico que obedece
ou segue as normas do seu coordenador e acharmos que estamos interagindo diretamente
com o coordenador-chefe. Por exemplo, se um anjo vem em nosso auxílio na
cor azul e portar um instrumento de corte de cordões energéticos na
forma que podemos relacionar a uma espada por visão interna, não quer
dizer que estamos lidando diretamente com o Arcanjo Miguel. A
diferença será apenas na vaidade e orgulho quando afirmarmos isto para
nós mesmos ou para outros, porque o efeito do auxílio aconteceu
exatamente como deveria ter acontecido por intermédio de anjos “mais
simples”, mas sob o comando real (apesar de “distante”) de Miguel. Exemplo
claro disto tive quando desci às Trevas Totais e depois “visualizei”
uma “espada azul” tênue cortando vínculos com aquelas regiões.
Tinha sido mesmo o Arcanjo Miguel vindo em meu socorro, ou um
representante seu? Ou, tinha sido a minha amiga magista que, consciente ou
inconscientemente, utilizara ela mesma de uma “espada azul” para me
ajudar, sem envolver arcanjo algum? Ou teria sido um Auxiliar Interno meu
que se apresentou, trazendo consigo a cura e a limpeza irradiando fachos
luminosos (a “espada”) na cor azul? Certa
vez, há muitos anos atrás, fui convidada a participar de uma reunião
espiritualista na qual o centro das atenções seria um médium muito
conhecido. Eu não estava nem um pouco preocupada com este encontro, mas
meus Instrutores sim. Então, durante a tarde que precedeu a reunião, fui
levada ao “mundo dos anjos” e de lá saí com quatro anjos protetores
(estes portavam escudos e se posicionaram ao meu redor de acordo com as
Quatro Direções Cardeais) e um bem maior que se investiu na minha aura
(não era o meu Eu Anjo). Ele se mostrou para mim na cor azul e carregava
uma “espada azul”. Com estas características, deixava claro pertencer
à Ordem de Miguel. Mas, como eu já interagira com este Arcanjo algumas
vezes em estado muito expandido de consciência, sabia ser necessário
estar em altas vibrações para ter condições de contatá-lo ou à sua
energia, o que não era o caso naquela oportunidade. Porém, realmente
não importava esta nuance vaidosa da minha parte, e sim a proteção “na
característica guerreira de Miguel” que recebia. O fato é que tive
conhecimento de que várias mulheres que participaram daquela reunião
foram perseguidas no Astral posteriormente por aquele médium; algumas
até correram risco de vida por meio de magias escusas, por não terem
cedido às vontades daquele ser. Na 3D, ele parecia uma pessoa
respeitadora e “inofensiva”; no Astral, mostrava suas ligações
explícitas com as Trevas. Só então fui compreender a proteção extra
que tinha recebido pelos guardiões angélicos e por “Miguel” (ou,
como algumas pessoas gostam de dizer: “São Miguel Arcanjo”). Somente
depois de muitos anos com experiências que proporcionarem a comparação
das freqüências utilizadas por este ou aquele representante é que
poderemos (talvez) afirmar efetivamente um contato específico. Porém,
nem todas as pessoas que se abrem ao antes invisível possuem a habilidade
da percepção sensorial ou mesmo são capazes de receber “pacotes
completos de informações” que explicitem os eventos experienciados
para trazer certeza interior. Muitas apenas contatam o sutil por meio da
vidência simples e clariaudiência, possibilitando o surgimento de
dúvidas quanto às suas canalizações e conexões, por tudo o que eu
aprendera sobre a existência dos diversos “ilusionistas das Trevas”. Enquanto não penetrarmos por completo na 4D (ampliando com isso o nosso grau perceptivo para podermos diferenciar mais facilmente eventos semelhantes, além de também permitir que a ciência consiga se aperceber das leis naturais do mais sutil para decodificar os inúmeros mecanismos de atuação sobre a matéria), muitos sensitivos limitados ou iniciantes continuarão a cometer estes e outros inúmeros equívocos quanto à Hierarquia Angélica. Cabe, então, a cada um nesta época de transição dimensional prestar bastante atenção nos seus contatos, para tentar descobrir com quais entidades estará realmente lidando. Com absoluta certeza, posso afirmar que a vibração característica da Hierarquia Humana é MUITO diferente da vibração característica da Hierarquia Angélica, qualquer que seja o nível da entidade analisada.
Veja também: Domínio para obter energia e Bem e Mal
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