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"Visto de um nível mais alto de percepção, não existe bem ou mal, somente consciências fazendo escolhas para experimentar tudo que há para experimentar."
Bem e Mal Trecho
retirado do livro:
“Luz e Treva: Compreendendo a
Dualidade”,
da autora
Wyliah Depois
de tantas oscilações e variações no meu padrão energético geral,
entrei num período de transição para reajustes vibracionais. Durante
fases assim, as vivências interiores se tornam raras, o que propicia uma
oportunidade para pensar melhor sobre o que ocorreu e esclarecer novas
conceituações. No presente momento, a problemática óbvia que surgiu
(depois da constatação de que querer banir e/ou destruir as Trevas de si
e da Terra era um método bélico treva perfeito para alimentá-las e
mantê-las bem atuantes) seria reclassificar o que viria a ser “bem” e
“mal”[1]. Durante
o início da minha formação, aprendera com familiares e com regras
sociais inúmeros parâmetros que definiam razoavelmente as fronteiras
destes dois fatores. Porém, desde que comecei a observar melhor as
pessoas, notei o quanto estas fronteiras eram distorcidas com o objetivo
de satisfazer determinados desejos absolutamente egocentrados (e esta
alteração dos limites poderia acontecer até com intenções positivas
de se querer “o melhor para o outro”). Esta delimitação se tornava
mais imprecisa se fossem considerados parâmetros mais abrangentes, tanto
para fases da História terrestre com as suas diversas civilizações,
como em relação às regras culturais dos vários povos, ainda muito
diferenciadas nesta época atual. Além disso, havia a maneira como
enfocar a Vida, se do ponto de vista do utilitarismo social (agir,
objetivando “o melhor” para o maior número possível de pessoas), ou
baseando-se em princípios que levassem em consideração o respeito à
Mãe-Terra. Ver a interação das pessoas dessa forma não era uma
novidade. Muito sobre isso já foi falado e discutido por diversos
filósofos, sociólogos e religiosos, além de ser de senso comum entender
a Vida na Terra dessa maneira. Contudo,
fazer o bem ou o mal se tornou inesperadamente relativo para mim quando
descobri a existência das realidades paralelas com leis diferenciadas das
da 3D, com seus seres interferindo constantemente sobre nós. Ou seja,
éramos impelidos a nos comportar de acordo com regras desconhecidas pelo
nosso consciente e de diversas maneiras que não só mais pelos nossos
desejos egocentrados ou ditames socioculturais. Para ampliar este leque de
possibilidades, aprendi sobre a Lei do Carma, que relaciona e coordena as
interações boas ou más entre os indivíduos de acordo com fatores que
não pertencem somente à vida atual. Neste caso, o que hoje poderia ser
considerado um ato de bondade desmedida ou uma atrocidade está
absolutamente de acordo com a lei da ação e reação cósmica, do “plantar
e colher o que plantou” (quando algozes e vítimas se encontram “novamente”),
apesar de ambas as partes nada lembrarem conscientemente das dívidas e
ações pregressas para assim interagirem. E a Lei do Carma inclui também
os relacionamentos com os seres viventes nas outras realidades
existenciais. A
relatividade de atuarmos de forma “certa” ou “errada”, fazendo o
“bem” ou o “mal”, foi estendida quando foi-me ensinado que TODOS
os seres de TODOS
os Reinos da Natureza possuem algum grau de consciência, e se multiplicou
quando descobri a multidimensionalidade simultânea da Vida. Assim,
todo e qualquer ato, emoção ou pensamento, atinge de imediato
todos os seres em todos os rincões do universo, em qualquer “bolsão de
espaço-tempo”, porque tudo acontece AGORA.
Dessa forma, a idéia que tinha sobre evoluir
de acordo com erros e acertos (atitudes más e boas) perdia o sentido.
Esta descoberta reconceituou o que concebia da Lei do Carma, não mais se
referindo a colheitas de plantios de eus no passado para se ter um
próspero futuro ainda por se fazer, mas sim um sistema de equilíbrio
energético no AGORA
de acordo com a seqüência
integrada das vidas (eus correlacionados a mim “no passado”,
juntamente a eus “do futuro” que já existem). Encarando os
relacionamentos entre as criaturas desta forma tão ampla e extremamente
abrangente, como afirmar que isto ou aquilo é bom ou mau para algo ou
alguém, se não temos a visão do Todo e das compensações cármicas
entre todos os eus envolvidos dentro do Grande Jogo do Criador, em
“todos os tempos”, simultaneamente? Esta
concepção geral foi novamente ampliada quando aprendi que é possível
utilizar de maneira positiva características-sombra do nosso temperamento
e foi completamente alterada em definitivo quando descobri que tudo e
todos seguimos scripts
delineados pela Grande Mente Cósmica (e esta é composta por tudo e todos
no AGORA
das multidimensões simultâneas). Assim, somos co-manifestadores da
Criação a cada momento, mas isto só acontece por estarmos restritos a
um específico “bolsão de espaço-tempo” e vivendo paulatinamente
nossas vidas correlacionadas. Neste caso, a velha concepção de que
possuímos livre-arbítrio para escolher fazer o bem ou o mal para algo ou
alguém passou a não mais existir. Esta conceituação diferenciada me
reportava de novo (e de uma maneira mais profunda) ao que entendera
anteriormente sobre não ter a visão do Todo, principalmente para
compreender a sabedoria (ou as razões) da existência de scripts
da Vida na Terra contendo o mal tão deflagrado, causando tanta dor e
sofrimento em todos os Reinos. Que “sabedoria” seria esta? De
acordo com a seqüência dos aprendizados, a resposta que recebera a esta
dúvida complexa e desconcertante deixava clara a existência de leis
opostas pertencentes a dois universos imbricados (o universo-verso da Luz
e o universo-inverso das Trevas), sendo a 3D e adjacências uma região
razoavelmente ampla que mescla habitantes provenientes dos dois universos.
Quando visitara o Umbral, observara Trabalhadores da Luz “morando lá”
com o objetivo de minimizar a atuação das Trevas na 3D e para resgatar
seres da Luz que, por scripts,
estavam retidos ali mesclados com os habitantes naturais das sombras.
Também sabia da existência de seres das sombras freqüentando as
regiões sutis do Astral como Trabalhadores das Trevas, “morando lá”,
esforçando-se também para aumentar a atuação das Trevas na 3D, como
também para resgatar seus iguais retidos neste patamar existencial por
seus scripts. Neste caso, estas
duas regiões adjacentes à 3D também teriam atuações boas e más que
dependeriam, de novo, da interpretação de qual regra primeva estes
habitantes estariam seguindo. Portanto, seria esperado que “fazer o bem”,
o “agir corretamente”, para os seres provenientes do universo-luz não
fosse o mesmo para os seres provenientes do universo-treva. E, como TODOS
os seres da 3D e adjacências são mesclados em alguma medida de Luz e
Treva (à despeito de qual universo tenha surgido sua partícula de
consciência), dentro de cada pessoa estes conceitos inversos e opostos
gerariam inúmeros conflitos, levando a atuarem de forma positiva ou
negativa com os outros dependendo da situação, do temperamento e dos
desejos pessoais envolvidos. Se
pensasse num específico “bolsão de espaço-tempo”, e em termos dos
acontecimentos civilizacionais seguindo uma contagem de tempo linear, a
“evolução” esperada para os seres provenientes do universo-luz teria
objetivos, atitudes, esforços e iniciações opostas aos dos seres
provenientes do universo-treva. Ou seja, para um mesmo assunto enfocado
(por exemplo, ciência, espiritualidade, política, ecologia, ou
sociologia), cada lado estaria se dedicando ao máximo – segundo suas
leis básicas de atuação – para desenvolver e implementar na 3D e
adjacências as suas prerrogativas e métodos existenciais, num
esforço de propiciar ao “seu rebanho” ou a si mesmo o “melhor
possível” nestas regiões. Neste caso, este “melhor possível”
sempre seria às custas dos seres do universo oposto que partilham a mesma
região, já que as leis existenciais são inversas, opostas e
incompatíveis. Tentando
olhar o Grande Mistério de uma forma imparcial, como definir fazer o “bem”
ou o “mal”, se tudo está absolutamente certo e milimetricamente
arquitetado pela Grande Mente Cósmica para compor todas as nuances do Grande Jogo do Criador? O que viria a ser felicidade e sofrimento,
já que as regras para um julgamento destes podem variar, dependendo de
qual universo se olhe? Como
seria possível solucionar este impasse, como conseguir a Re-União, sem
eliminar o “direito à vida” dos seres de ambos os universos? Como
fazer isto sem perpetuar o sofrimento para qualquer dos lados,
conseqüência da fricção provocada pelo contato entre leis existenciais
antagônicas? Apesar
do aparente caos que um sistema dual e antagônico destes possa gerar, os
universos Luz e Treva (com suas infinitas multidimensões) foram criados e
são mantidos “vivos” por meio de fluxos de energia que tentam se
equilibrar. Na terminologia esotérica, “carmicamente”. Em essência,
esta lei de equilíbrio energético leva os fluxos e refluxos de energia a
se compensarem em algum momento... e estes fluxos e refluxos nada mais
são do que a interação constante entre os seres de todos os Reinos da
Natureza existentes no cosmo nas multidimensões existencias, dentro dos
seus respectivos “bolsões de espaço-tempo”... o Grande
Jogo do Criador. Assim, tanto “fazer o bem” como “fazer o mal”
é o que mantém a Criação existindo e se reformulando após as
destruições... Por
mais absurdo que pudesse agora parecer, a pergunta que lançara aos
Senhores do Carma se tornava sem sentido, porque incrivelmente relativa,
dependente do universo de referência escolhido. E uma resposta só seria
válida para o específico universo primevo enfocado, mesmo em se
considerando a total mistura de ambos na 3D, onde ambas as regras, de
certo modo, seriam cosmicamente válidas. Depois desta conclusão, a dúvida óbvia seguinte era: se a 3D é composta por seres provenientes do universo-verso e do universo-inverso, de qual dos dois a minha partícula de consciência viera? E a das pessoas que conheço? Saber isso faria alguma diferença, posto que “tudo está sempre certo” e seguimos scripts perfeitamente imbricados aos dos outros para gerarmos fluxos e refluxos de energia para darmos vida ao Grande Jogo do Criador na Terra?
Definindo
Luz e Trevas Se
fazer o bem ou o mal para algo ou alguém se tornou relativo e dependente
das leis naturais do universo de referência escolhido, então se fazia
necessário explicitar um pouco melhor o modus
operandi do universo-verso da Luz e do universo-inverso das Trevas,
com as percepções resultantes destes mecanismos de atuação. Desde
os primórdios do meu contato com as realidades paralelas, fui levada a me
abrir aos seres de Luz. Aos poucos, fui aprendendo com eles como permitir
a expansão do meu campo áurico, já que todos nós, desde pequenos,
fomos impelidos ao exercício oposto para nos defender das contínuas
agressões externas. Desfazer um sistema de crenças deste porte e
implantar um novo demanda muito esforço pessoal e tempo, dependendo do
quanto o campo e chacras estejam bloqueados e as razões que geraram esta
condição. Entretanto,
quando meus canais foram finalmente abertos – de maneira a propiciar um
contato mais amplo com os seres da Luz – gradualmente fui sendo
preparada para ter condições de permanecer em ressonância com
freqüências cada vez mais altas, sem romper meus corpos. Como
conseqüência, trabalhei em serviços planetários com entidades das mais
diversas linhas espiritualistas e Hierarquias planetárias, sistêmicas e
extra-sistêmicas, levando meu campo em Luz a se expandir mais e mais. Com
estes Instrutores, despertei as freqüências expansivas do amor,
irmandade, integridade e verdade, apesar da impessoalidade e
implacabilidade de alguns destes representantes. Sempre
que estava em abertura e comunhão consciente com os seres destes
patamares existenciais sutis e sublimes, não havia a necessidade de
explicar nada, a confiança e a fé eram naturais, porque o campo se torna
fluido nestes níveis e em contato abrangente com o campo deles. São
seres carismáticos pelas suas emanações, mas não possuem “magnetismo
pessoal”. Podemos estar próximos a seres assim e nem nos apercebermos
da sua presença no local, apesar de nos sentirmos muito bem
repentinamente. Ao
usufruir do contato com os níveis da Luz, era capaz de saber de leis, história, objetivos traçados para o
corpo-humanidade, fatos pertencentes ao “passado”, presente, e “futuro”
(porque Tudo-É, agora) para
melhor cumprir o serviço planetário que fora levada a executar. Nestes
patamares, todos os seres desfrutam do amor, porque os campos naturalmente
se tocam, entrelaçam e se somam, trazendo para cada parte que o compõe a
sensação de estar completo... em paz e plenitude. Somos levados a
desfrutar da beleza do mundo e acreditar que é possível encontrar a
felicidade, a fraternidade e o respeito pelo próximo. O perdão e a
compaixão brotam naturalmente de nós mesmos, porque sabemos
a nós e aos outros. Quando
o contato consciente atinge os níveis existenciais de “pura luz”,
não existem mais corpos delineados para locais, seres que o habitam, ou
mesmo para o nosso eu ultradimensional ao qual nos conectamos. Conseguimos
reconhecer um “outro ser” pela freqüência característica emitida
por ele. A sensação experimentada é fantástica de não estar só e
limitado a um invólucro... O amor é pleno, um verdadeiro êxtase do
profundo da alma; a sensação de leveza, pureza, comunhão, liberdade e
unicidade é incrível! E quando um Instrutor desse nível se aproxima e
nos coloca “dentro do seu campo” não existem palavras que possam
descrever a sensação experimentada, porque o cardíaco se expande a
limites antes impensáveis, a mente clareia, e as conexões universais se
plenificam (e cada mestre deste ainda é um
ser, mesmo que em total luz!). Conexões a seres de campo mais amplo (por
exemplo, ao Logos planetário, ao Cristo Solar, ou ao Inominável – a
Divina Presença galaxial) são ainda mais fantásticas e quase somos
levados a também nos “desfazer em luz”, se não fosse o “dispositivo
de autopreservação do ego” que nos chama de volta para o nosso corpo
pertencente à realidade 3D, simplesmente porque a nossa missão ainda
está por se completar aqui. Todos
os contatos com os patamares de “pura luz” (e acima deste, onde nem
luz “visível” existe mais) nos levam a comungar com o Conhecimento e
com a Sabedoria, de forma a utilizar deste Poder do Saber para propiciar o
melhor para o Todo. Assim, a felicidade e a liberdade se tornam quase
totais, uma vez que sempre descobrimos estar ainda com o campo limitado em
alguma medida e com uma missão por cumprir. De
acordo com estas percepções, e analisando os trabalhos planetários que
executara durante todos estes anos ao servir de Ponte entre o Céu e a
Terra à Fraternidade da Luz, poderia afirmar que o modus
operandi dos seres do universo-verso da Luz SEMPRE
atua emanando amor incondicionalmente (mesmo desde os representantes
pertencentes aos patamares existenciais próximos à 3D), com o objetivo
de transmutar as energias bloqueadas ou em desarmonia de qualquer Reino da
Natureza. Ou seja, de uma maneira suave (apesar de, às vezes, intensa) os
elementos-base dos nódulos energéticos bloqueados são liberados para,
em seguida, serem substituídos ou reagrupados, de acordo com o que foi
permitido realizar diante da Lei do Equilíbrio Energético. Não há
possibilidade da Luz atuar de outra forma que não seja pela harmonia e
amor, com muito respeito à Vida, trazendo como conseqüência o
equilíbrio e a paz. SEMPRE
a paz, o amor, a harmonia, a irmandade e a cura foram ofertados para TODOS
os seres de TODOS
os Reinos da Natureza, e com abundância. Só que perceber isto depende da
sintonização de cada um, tendo como conseqüência captar ou não esta
oferta divina constante. Quando seres da Luz se aproximam de nós, ficamos
felizes, em paz e nutridos, porque nossos campos são induzidos a entrar
em ressonância com o campo deles, levando-nos ao seu padrão equilibrado
da comunhão divina. Para
obter o aprendizado oposto, primeiro tive de me deparar com as minhas
emoções-sombra, quando passei a entrar em sintonia com as diversas dores
e sofrimentos da raça humana, dos animais e mesmo dos vegetais e
minerais. Foi um processo também bastante gradual para o qual foi
necessário ativar em mim percepções adicionais como empatia, telepatia,
transferências energéticas cármicas, aumento na sensibilização (para
aumentar a acuidade a dores e a sofrimentos incomuns) e ressonância ao
padrão alheio (para ter condições de usufruir emoções e
pensamentos-sombra complicados). Este aprendizado se aprofundou somente
depois de ter recebido a senha energética
do Amor e Irmandade Incondicionais para ter condições de penetrar nas
Trevas sem ser lesada (somente quando nos opomos energeticamente a algo ou
a alguém é que são geradas energias de fricção, provocando danos
pessoais). De
acordo com o que aprendera recentemente, os seres pertencentes às
regiões que obedecem às leis inversas das Trevas SEMPRE
agem em prol de si mesmos, detonando tudo e todos ao seu redor para que
sirvam ao seu propósito. O contato com seres assim leva à fraqueza
física e emocional (a energia de vida é sugada por eles), à confusão
mental (a energia do corpo mental também é sugada ou posta sob comando
do outro, como uma marionete). As sensações de medo, solidão, desamparo
e insegurança são muito estimuladas, trazendo sofrimento e depressão.
Nestas condições, o mundo passa a ser visto como um lugar repleto de
pessoas mentirosas, inescrupulosas e corruptas, simplesmente porque
estamos alinhados a esta freqüência. Um indivíduo acuado dessa maneira
pode sentir raiva, ódio, inveja, desejos secretos obscuros, e despertar a
astúcia, o cinismo, a perversidade. O desrespeito à Vida de qualquer
Reino da Natureza se torna evidente, a ponto de alguém chegar ao cúmulo
de acreditar na frase: “se a minha vida não vale nada, a sua também
não”. Os
métodos de atuação dos seres das Trevas são sempre bélicos, com o
objetivo evidente de provocar a derrota do oponente para se apropriar dos
“despojos de guerra” e território ocupado, porque seu sistema de
raciocínio sempre envolve a destruição de algo, de alguém, ou mesmo de
um planeta e galáxia, se for necessário e possível. A interação com
os outros seres é sempre pelo sistema de classes e hierarquias de poder
de comando, submetendo os “inferiores” a grandes penalizações,
trabalhos intensos, mantendo-os o máximo possível na ignorância,
fraqueza, dependência de opinião, e o máximo isolados entre si para
dificilmente se fortalecerem. Quanto mais sugados os subalternos
estiverem, mais se esforçarão para conseguir energia para sobreviverem e
mais serão sugados quando a obtiverem. O
medo de morrer e ser aniquilado, ou a ganância para chegar a um posto
superior de poder para obter mais energia é o que move estas criaturas.
Para tal, qualquer método que envolva mentiras, ilusionismos,
recrutamento de crédulos e incautos, estímulo à prepotência e
egocentrismo, ofertas de prazeres viciantes, submissão por incutir nos
outros crenças falsas, domínio por temor e terror psíquico, são sempre
utilizados pelos seres das Trevas de qualquer patamar existencial. Os mais
poderosos possuem um magnetismo pessoal incrível, porque a energia de
quem estiver ao seu redor é naturalmente direcionada e tragada por aquela
entidade, deixando-a cada vez mais forte, atraindo para si mais e mais a
atenção alheia. Por fim (e naturalmente), muitos indivíduos são
levados a depender desta entidade em todos os sentidos. Não sabem, mas
existem enrodilhadas nos seus chacras inúmeros cordões de energia que os
mantêm como em contínua “ordenha energética”, criando uma simbiose
estranha, enfraquecendo a consciência, os valores, os ideais, tornando-os
semi-adormecidos e “autômatos”. A partir de um determinado momento,
se torna quase impossível a recuperação destas pessoas, porque elas “deixam
de ser elas mesmas” e perdem a conexão com a sua essência divina. Elas
se tornam parte integrante daquele que as possuiu, uma espécie de
comunhão às avessas. *
* * De
acordo com o que era possível compreender, o modus operandi dos seres
que seguem os Princípios da Luz é absolutamente oposto e inverso (como
era de se esperar) daqueles que seguem os Princípios das Trevas. Não se
trata mais de um parâmetro relativo (como no caso de fazer o bem ou o
mal), e sim absoluto. Estas atuações são fáceis de classificar
nas ultradimensões de “pura luz” e infradimensões de “pura treva”;
porém, devemos atentar para o fato de que um mesmo indivíduo pertencente
à 3D ou às dimensões muito próximas (ultra ou infra) à 3D poderá
manifestar os métodos da Luz em algumas ocasiões e os métodos das
Trevas em outras. De acordo com o que sabemos da história civilizacional,
ou mesmo da nossa história pessoal, conhecemos inúmeros fatos que
exemplificam a utilização de um ou de outro método de atuação. Um
equívoco grave que pode ocorrer quando alguém contata as Trevas
conscientemente é não notar que elas obedecem a leis inversas às leis
físicas da Luz. Poderá parecer a este indivíduo que as Trevas “não
existem”, porque “não há nada ali”[2].
Acontece que o sistema sensorial da pessoa pode não estar preparado para
perceber e apreender uma concepção de “universo às avessas”, “invertido”,
obedecendo a princípios “físicos” opostos. Então, ao acreditar na
não existência das Trevas, a pessoa se torna vulnerável e facilmente
manipulável pelos seus eus infradimensionais, ou de outros seres
pertencentes às infradimensões. Outro equívoco muito comum é
considerar o conhecimento humano da 3D terrestre atual como sendo o
supra-sumo da sabedoria de todo o universo (!!!). Acreditar nisso é se
colocar vulnerável às tecnologias avançadas das entidades trevosas
terrestres e extraterrestres que podem, por exemplo, gerar campos
luminosos ao redor de alguém para que este seja visto como um ser de luz.
Existe ainda a possibilidade de se manipular a visão ao se projetar
imagens no ar de seres miticamente importantes, como afetar a mente e a
memória ao inserir nelas imagens e idéias. Se mesclar estas técnicas a
uma “fala mansa” de conteúdo conhecido, promover algumas curas “milagrosas”
para angariar a confiança de alguns, todo o cenário se completa para o
“golpe” ser aplicado e a “ordenha energética” ser implantada. Uma
das poucas maneiras possíveis para descobrir se a entidade é um ser da
Luz ou um ilusionista das Trevas[3]
(já que a “fala mansa” ou as curas “milagrosas” poderão ser
utilizadas durante muito tempo, de forma a fazer a pessoa acreditar que os
princípios morais da entidade contatada são os melhores possíveis) é
desenvolver a percepção para distinguir o sentido dos fluxos de energia
que são construídos durante um contato destes. Mas, se faz necessário
prestar atenção de onde vem o fluxo percebido (se da entidade, ou de
algo que ela carregue consigo) e, fundamentalmente, quais as sensações
proporcionadas por esta emissão (se de amor, irmandade e comunhão, ou
temor, egocentrismo e isolamento, por exemplo). Estas
são algumas possibilidades simplórias (apesar de muito utilizadas pelos
ilusionistas das Trevas), mas existem outras mais sofisticadas e muitas
com um grau de engenhosidade espantosa. O que fazer diante disso? Como
alguém que está principiando no contato com o invisível poderá
distinguir o sentido de um fluxo de energia para saber se aquele
ser belo e de luz, que mais se parece com um santo, um anjo, um comandante
de nave, ou um mestre utilizando frases tão bonitas, pertence realmente
à Luz? Infelizmente, a grande parte da humanidade nem sequer leva em consideração a existência de vida inteligente além daqueles que vê na 3D. Esta ignorância imposta pela ciência e pela maioria das religiões impede que uma pessoa entenda melhor suas variações emocionais, suas flutuações de pensamento, seu estado de saúde, e os porquês das suas relações familiares, profissionais e sociais apresentarem problemas e dificuldades. E, se porventura alguma percepção paranormal é despertada nesta pessoa, ou ela é tratada como uma louca pelos outros, ou pode cair presa dos mais variados engodos fantasiosos dos mestres das sombras. Somente um grupo reduzido de indivíduos encontra os ensinamentos da Luz. Tendência assustadora, mas todos nós seguimos scripts perfeitamente delineados pela Grande Mente Cósmica. “Tudo está sempre certo”, diz um princípio taoísta; VIVA E DEIXE VIVER, diz o lema da Irmandade Incondicional.
[1]
Estas duas palavras se referem ao fato de fazer o bem ou o mal para
algo ou alguém, não à muito conhecida conotação religiosa dual e
absolutista de “Bem/Luz/Deus” e “Mal/Treva/Diabo”. [2]
Eu mesma, quando contatei pela primeira vez a Falange das Sombras no
quarto ciclo de aprendizados, descrevi o túnel por onde eles vieram
como sendo um túnel “negro-nada”, porque parecia não haver
qualquer tipo de matéria a compô-lo (e não era antimatéria). [3]
É obvio que não há como confundir um ser das Trevas, se ele não
estiver “camuflado”.
Veja Também: Anjos, deuses e equívocos e Domínio para obter energia
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