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"Seguidores são como mariposas voando em volta da luz. Quando a luz apaga não sabem o que fazer. Por isso quem segue sempre se perde."
Fascismo Ou Liberdade? Parte 1 Traduzido por Janglada - janglada@openlink.com.br Colaboração Carlos Airton
David Icke expõe sobre: Alice no País das Maravilhas & o
Desastre no World Trade Center
4/9/2002 RICK MARTIN (rm888@mindspring.com) Já
completa um ano, desde a nossa edição do evento trágico do dia 11 de
Setembro, com denominação honorífica: O Dia em que a Terra Parou - A
Nova Ordem Mundial através do “Terrorismo”. Nesse primeiro
aniversário, desse dia momentoso, foi mister dialogar com David Icke
(pronuncia-se “ike” como em bike) - o autor de dez dos mais
procurados livros já discorridos, que tem excursionado pelo mundo
discursando para uma platéia cada vez mais ampla de pessoas que estão
despertando para o que realmente é real. Esse
dínamo - que muitos têm rotulado de “o mais controverso orador do
mundo” - justamente terminou de discorrer, uma obra esplêndida,
egrégia, sobre o incidente do dia 11 de Setembro chamado Alice no País
das Maravilhas e o Desastre no World Trade Center. Se você pensa que
seus conceitos e idéias anteriores já despedaçaram um monte de
mentiras no caminho para expor A Verdade, espere até confrontar-se com
a incrível realidade deste Grande Quadro, deste Enorme Quebra-Cabeças
que David Icke agora compartilha conosco! Para
aqueles de vocês, novos leitores, que não estão familiarizados com
David Icke, ele nasceu na Grã-Bretanha, em 1952 em Leicester,
Inglaterra, em uma família pobre de classe operária. Por um período,
foi um jogador profissional de futebol, e mais tarde um repórter e
Âncora nacional de esportes e notícias da emissora BBC, o verdadeiro
chamado de David como um pesquisador, escritor, e palestrante do mais
alto nível, começou a consolidar-se somente no começo de 1990, quando
certas experiências orientadas cruzaram seu caminho. Alguns
dos mais populares e desafiadores livros já escritos por David Icke
incluem: •
A Rebelião dos Robôs •
Eu Sou Eu, Eu Sou Livre! O Guia dos Robôs para Liberdade • …E a Verdade o Libertará •
O Maior Segredo: O Livro Que Mudará O Mundo • Crianças da Matriz: Como uma Raça Interdimensional Tem Controlado o Mundo por Milhares de Anos - E Ainda o Faz. David também tem produzido vários vídeos, incluindo: •
Explanando os Fatos! • Mudando o Curso dos Eventos •
A Estrada da Liberdade •
A Agenda Reptiliana - Diálogo com o Shaman Zulu, Credo Mutwa •
Revelações de uma Deusa Mãe - Uma Entrevista com Arizona Wilder •
Da Prisão Para o Paraíso. Como
é comum ocorrer com David Icke, nossa conversa tomou algumas
reviravoltas fascinantes e elucidativas, e enfim, chegou em um lugar que
é inspirador, instrutor e promissor. No dia 20 de Agosto, eu conversei com David Icke pelo telefone de sua casa na Inglaterra. A conversa começou com uma indagação de David, que se encontrava do outro lado do oceano:
Icke:
O que está ocorrendo por aí, no momento, em termos de
desenvolvimentos? Martin:
Em termos de desenvolvimentos políticos? Icke:
Sim, desenvolvimentos em termos de expor “o jogo”? Martin:
Nós estamos pressionando com o máximo de força que podemos, como
você sabe. Isto parece como se fôssemos uma voz solitária na
vastidão. Existem algumas pessoas na Internet, logicamente,
pressionando realmente com muita força, mas quando eu olho para a
mídia de massa, e quando olho para todas as diferentes fontes de
notícias, à exceção de Michael Ruppert, e de apenas um punhado de
outros jornalistas que estão fazendo algumas coisas, tudo parece como
se estivéssemos na hora mais sombria antes do alvorecer. Icke:
Sim, eu acho que isso é, basicamente, o que estamos percebendo. Eu
tenho estado investigando e juntando as peças do cenário do dia 11 de
Setembro, desde que o incidente ocorreu, contudo, eu não fiz nada nos
primeiros poucos meses, porque eu queria ver como as coisas sucederiam.
Então, eu realmente comecei a concentrar-me em encaixar todas as
peças. Basicamente, uma criança com 3 anos de idade, com duas células
cerebrais trabalhando uníssonas, poderia pegar a “história oficial”
da tragédia do dia 11 de Setembro e colocá-la de lado, pois tal
história não se sustenta em ponto algum. Se eu assumir que a assertiva
A é verdade, então, a assertiva B tem que ser uma mentira. [Risos] Martin:
[Sorrindo] Icke:
Se a assertiva Z é verdade, então, A & B têm que ser ambas
mentiras. E isso é o que você descobre nesses casos. O
dia 11 de Setembro foi o arquétipo mais clássico do que eu tenho
intitulado de “problema - reação - solução” com o qual eu já me
deparei. E ele foi o mais óbvio, e o mais transparente, e eles
cometeram tantos erros fundamentais. Mas
eles confiam na acepção de que se alguém ouvir uma declaração do
dia 11 de Setembro não fará uma ligação com um outro informe do dia
16 de Setembro, e com um outro no dia 4 de Outubro. Mas, quando você o
faz - e isso é o que eu tenho feito nesse livro, eu tenho colocado tais
pedaços, aparentemente sem nenhuma ligação, coesos - você se dá
conta de que tudo não passou de uma óbvia armação. E o foco e o
centro do planejamento desta tragédia, NÃO estava dentro de uma
caverna no Afeganistão; estava dentro das fronteiras dos Estados
Unidos, conclusão esta muito óbvia por sinal, quando você a analisa.
E existe um amplo acobertamento transcorrendo. Eu
tenho percebido através de minhas próprias pesquisas como isto é
feito, ou o modo único como isto é realizado, porque, logicamente, uma
vez que os eventos terríveis tinham acontecido, nós fomos providos com
uma “história oficial”, e tal “história oficial” estava
esperando para ser comunicada antes que os eventos acontecessem. E,
naquele ponto, o FBI ou o Pentágono ou a Casa Branca, lhe provendo com
a “história oficial”, diz que isso não é um problema para as “investigações
em andamento”. Mas, o que se torna um problema para eles é que mais
tarde você começa a questionar a “história oficial”; então eles
dizem: “Nós não podemos responder tal pergunta por causa das
'investigações em andamento'.” Martin:
[Regozijando] Icke: Então, o que está acontecendo em minha pesquisa nesse livro, Rick, ao invés de apenas colher noticias de jornal, eu me voltei para o NORAD, a operação militar que deveria defender o espaço aéreo da América. E isso não foi feito naquele dia. O NORAD faz isto em todos os outros dias; Porém não o fez no dia 11 de Setembro. Eu
também me voltei para as companhias de aviação American Airlines e
United Airlines, para a segurança dos aeroportos, e para todas essas
fontes do que aconteceu naquele dia. E
cada pessoa me dizia: “Nós não podemos falar com você porque nos
disseram para passar as perguntas para o FBI.” E
quando eu indaguei uma simples pergunta para as Companhias United
Airlines e American Airlines: “Você poderia me confirmar que os
sujeitos apontados como seqüestradores passaram pelos seus
procedimentos normais de verificação (check-in)?” É
uma pergunta simples: Sim ou não! Você é um profissional de uma
companhia de aviação! A
resposta é: “Não podemos responder isso; pergunte ao FBI.” Então, isso é o que acontece. Assim, você procura o FBI - o que eu fiz. E os contatei e lhes enviei quase 50 perguntas sobre a “história oficial”. Conforme me foi dito por um sujeito do FBI, eu remeti as perguntas para um homem chamado Rex Tomb do FBI. Eu
obtive uma resposta de algum departamento do governo dizendo: “tenho
algumas noticias desapontadoras....” “Bem,”
Eu pensei, “não é realmente desapontador, porque é óbvio que isso
é o que você dirá.” “Nós
não podemos responder nenhuma das suas perguntas por causa das
investigações em andamento. Entretanto, nos anos vindouros '- prestem
atenção nisso -' você será capaz de conseguir examinar os arquivos
através da Lei de Liberdade de Informação.” Martin:
[Regojizando] Icke:
O que, é claro, não é verdade, porque se eles disserem que as
informações estão relacionadas com a “segurança nacional”,
então os documentos podem ser retidos. Portanto,
isso é o que eles têm feito. Eles têm alardeado a “história
oficial” que almejam que o público acredite, e então, proíbem
qualquer um, exceto o FBI, de responder questões sobre a “história
oficial”. E,
o FBI diz: “Nós não podemos responder por causa das investigações
em andamento.” E
é assim que eles nos dão a “história oficial”, e então põem
obstáculos quando você tenta questionar as claras irregularidades e
contradições que existem nela. Martin:
De forma interessante, os leitores da SPECTRUM terão algum pano de
fundo no assunto o qual veio à tona no mês anterior dessa entrevista,
que contém a descrição inteira da linha de tempo de Michael Ruppert
para o dia 11 de Setembro. Esse cenário terá sido estabelecido, então
estou convicto que os nossos leitores, apreciarão as informações que
advém dessa entrevista. Icke:
O que eu tenho feito é colocado o 11 de Setembro em um contexto maior.
Eu tenho contemplado o pano de fundo, por exemplo, da família Bush, de
Dick Cheney, de Powell, de Rumsfeld, e de todos os sujeitos que têm
orquestrado a mentira oficial do dia 11 de Setembro. E então, mostrado
que até mesmo antes daqueles aviões colidirem nos prédios, o pano de
fundo destes sujeitos indicaria, fortemente, que todos eles sofrem da
doença genética comumente conhecida como “mentir por entre os dentes”. E
estes são os mesmos sujeitos que têm feito isso por toda as suas
vidas, que nos disseram a “história oficial” do dia 11 de Setembro.
E também, é claro, o dia 11 de Setembro tem que ser contemplado dentro
de um contexto abrangente; 9/11 não é a META, é uma outra tentativa
de criar mais um passo a caminho da META, a qual é um estado fascista
global controlado centralmente. Eles
é claro têm usado isso, novamente, tão claramente e
transparentemente, para tirar mais liberdades fundamentais e direitos
básicos à privacidade, os quais eles nunca teriam conseguido sem o 11
de Setembro. Portanto,
como eu digo, esse é o mais descarado evento do tipo “problema-reação-solução”
que eu já presenciei. Eu diria que, quando você realmente começa a
investigar tal fato, realmente não demora muito tempo para você
compreender que esse evento não é apenas óbvio e transparente: ele de
fato tem sido feito de modo apavorante. Embora não tenha sido bem
feito. E o fato de que não tem sido bem feito e ainda assim muitas
pessoas acreditam na “história oficial" não é um exemplo de
quão bem eles conseguiram fazê-lo, e sim um exemplo de como é simples
ludibriar um grande número de pessoas. Martin:
Exato, o que é realmente uma triste constatação. Icke:
Sim, mas o que eu desvendei, eu devo dizer: o dia 11 de Setembro tem
tido dois efeitos: Sim, ele tem avançado a agenda, a curto prazo; mas
também tem sido um despertador para muitas pessoas. Martin:
Eles deram um passo maior do que a perna. Icke:
Eu acho que houve outras coisas que foram tencionadas acontecer naquele
dia e não aconteceram. Eu não acho que tudo transcorreu como
planejado. Eu acho que eles mesmos se enrascaram. E a única forma deles
poderem controlar o fluxo de exposição é conter o tráfego de
informações na arena publica que expõe o jogo, e revela o que
realmente aconteceu. E esse é o propósito do meu livro. E eu vou
realmente fazer isso, uma vez que elas venham à tona. Este livro
estará esgotado em pouco tempo. E
eu o intitulei Alice no País das Maravilhas & O Desastre no World
Trade Center porque Alice no País das Maravilhas é uma analogia
maravilhosa de, não somente o 11 de Setembro, mas da conspiração em
geral. O que você vê, nunca é a realidade de fato. É
interessante quando você contempla o ritual da Illuminati, e o ritual
Satânico, e o simbolismo Satânico e o simbolismo da Illuminati, o qual
é o mesmo, basicamente. Por exemplo, para o publico uma pomba é o
mesmo que paz. Para a Illuminati, a pomba é o símbolo da deusa deles,
que é acerca de controle e dominação, não sobre paz. Eu
não poderia lhe dar um exemplo melhor do que a Estátua da Liberdade.
Para a grande maioria das pessoas no mundo, esse é um símbolo de
liberdade, quando na verdade ele é um símbolo da Illuminati, a qual
está trabalhando hora após hora para tirar a liberdade de todos. Isto
é um simbolismo reverso. E
eu tenho notado que isso ocorre repetidamente, essa reversão “Alice
no País das Maravilhas”, onde o que é, não é, e o que não é, é.
Até mesmos nos informes oficiais, quando você os analisa - Eu tenho
feito muito disso na pesquisa desse livro - e você descobrirá que
quando eles dizem que farão alguma coisa, realmente significa que não
farão. E quando eles anunciam que não farão nada, isto significa que
eles farão. Tudo é inverso. Tudo é invertido. E é fascinante
observar isso. E
então, basicamente, quando você está contemplando a conspiração, e
observando o que estas pessoas dizem, você tem que reverter tudo para
entender o que eles estão realmente dizendo. Por
exemplo, você tem os assassinatos cruéis, conforme uma pesquisa
realizada pela Universidade de Nova Hampshire, se não me engano, pelo
menos 5.000 civis mortos no Afeganistão, em resposta para os 3.000
civis mortos em Nova York, Washington e Filadélfia. E eles chamam a
matança de 5.000 civis de Operação Liberdade Duradoura? Ou foi
Operação Justiça Duradoura? Seja qual for o nome que você queira
chamar, isto tem outra conotação, como diria Orwell. Pois, quando eles
chamam alguma coisa de liberdade, isto significa que eles estão
retirando-a. E existem muitos exemplos disso nessa história inteira do
dia 11 de Setembro. Martin:
Isto me parece, e na minha discussão recente com Eustace Mullins,
conversamos sobre como eles podem perpetuar os controles adicionais que
eles almejam estabelecer, como você disse, para o governo fascista, e
isto parece como se houvesse muitos duvidando e questionando os eventos
que aconteceram, que o que precisa realmente acontecer, para eles, é um
outro incidente, um outro incidente maior, ou uma série de incidentes,
e então, possivelmente, até mesmo uma boa guerra ou duas, porque
fazendo isto as distrações serão tão grandes que as pessoas nem
mesmo se recordarão do que aconteceu aqui; eles estarão muito
preocupados com o que estiver acontecendo. Icke:
Não existe dúvida de que eles têm eventos maiores planejados. Eu
penso comigo mesmo que ao mesmo tempo em que o público tem amplamente
acreditado na “história oficial”, a reação publica tem sido menor
do que eles esperavam. Eles queriam pressionar muito mais essa Guerra
Sobre o Terrorismo, eu estou certo disso, e de forma muito mais rápida.
Mas eles estão tendo resistência. Eles
estão tendo muita resistência nesse país [Inglaterra] - não de
Blair, é claro, que é apenas 100% propriedade da Illuminati, mas de
pessoas, e de muitos políticos, e das pessoas em geral, contra a
invasão do Iraque, onde, pelo menos um milhão de crianças morreram
desde 1991 e na Guerra do Golfo, de bombardeios e em decorrência de
sanções econômicas. Portanto,
eles, obviamente, têm outros eventos planejados para tentar pressionar
a opinião pública a voltar-se para onde eles desejam. E não há
dúvida que estes planos estão planejados para advir nas semanas e
meses seguinte. Mas,
como sabe, você tem um idiota na Casa Branca, e as coisas têm que
advir através dele. Ele é um homem com muito pouca credibilidade
pública - certamente fora da América ele é uma piada - então, ele é
um verdadeiro "calcanhar de aquiles” nessa história inteira,
especialmente com o pano de fundo que os Bushs têm em ligação com a
família de Bin Laden - o qual eu tenho abordado no livro -, e com as
informações que você tem. Ele estará muito, muito exposto e aberto,
uma vez que a informação sobre ele e o pano de fundo da família dele,
em conexão com tudo isso, vier á tona. É por isso que informação é
tão importante. Você pode somente fazer julgamentos sobre o que você
sabe. Portanto,
se a Illuminati pode manipular o que nós somos permitidos ver, então
eles estão nos dando uma quantidade limitada de informações para
tomar decisões sobre o que nós acreditamos ou não. E é por isso que
eles desesperadamente tentam conter os lobos, para brecar o fluxo de
informações que desafiam a “história oficial”. É por isso
que o FBI não responderá indagações. Ele não pode, então não o
fará. Logo,
é por isso que é tão importante que nós consigamos passar tais
informações para o domínio público, porque uma vez que isto ocorrer,
mudará absolutamente o rumo do jogo, porque as pessoas subitamente
terão um espectro maior de informações para fazer um julgamento sobre
o que eles acreditam ter acontecido. No
momento, eles estão ouvindo apenas o que o governo diz que aconteceu.
Isto não faz sentido, mas eles não têm alternativa, a não ser que
absolutamente decidam ir atrás de uma, o que a maioria das pessoas não
fará. E é vital que tais informações desmontem a “história
oficial” e consiga chegar na arena pública, porque as pessoas estão
abertas para elas. Eu
quero dizer, quando eu estive na América desde o 11 de Setembro, muitas
pessoas tinham grandes interrogações sobre o que aconteceu, mas eles
não irão expressá-las publicamente porque vêm a reação dos outros,
uma das quais diz “você não é patriótico” e coisas do tipo. Este
é realmente o momento para as pessoas deixarem isso a parte, porque
nós, basicamente, temos uma escolha agora. Ou nós levantamos e saímos
da cadeira, e começamos a deixar pra lá o temor do que as outras
pessoas pensam, e o medo de conseqüências, e a dizer o que nós
acreditamos, e a fazer o que acreditamos ser certo. Ou então, nós
explicaremos para os nossos filhos, em alguns anos, porque estamos
vivendo em um estado fascista. “O
que você estava fazendo, papai, quando o estado fascista surgiu?” “Oh,
bem, na verdade, eu estava assistindo a Roda da Fortuna, filho.” Ou,
“Aquele Game Show estava mesmo muito divertido naquela noite.” Nós,
estamos realmente em uma encruzilhada. E este é um momento de uma
oportunidade tremenda, assim como um momento de um imenso potencial para
o controle. Uma
das direções pode avançar a agenda porque as pessoas apenas acreditam
na “história oficial” do dia 11 de Setembro sem questionar. Mas
isto também é uma grande oportunidade para expor o que está
acontecendo porque - e eu sei disso porque passei meses, e meses e mais
meses investigando isso - a “história oficial” da tragédia do dia
11 de Setembro que está absolutamente crivada com informes absurdos
impossíveis, e para desfazê-la não é difícil. O
difícil, logicamente, é conseguir introduzir informações novas na
arena pública. E as pessoas mais se levantam e começam a ser contadas.
Porque isto é interessante. Eu
acho bastante irônico que, nesse país a [Inglaterra] e na América, as
leis que têm sido trazidas como um resultado do “problema, reação,
solução” do dia 11 de Setembro, começaram a afetar o jornalismo. E
os jornalistas estão dizendo: “Bem, nós não podemos trabalhar, se
tivermos que divulgar o nome de nossas fontes” e todo esse tipo de
coisa. Realmente,
os jornalistas também têm que começar a compreender que um estado
fascista global não se aplica a todos os demais EXCETO PARA ELES E OS
SEUS FILHOS! Ele se aplica, primeiramente e geralmente, para eles e os
seus filhos, porque eles são aqueles que precisam ser controlados para
o público receber a “versão oficial” dos eventos que não
está sendo questionada pelos jornalistas. Nós
estamos encarando um ponto agora em que temos alguns anos - menos do que
cinco, bem menos do que cinco - para descer a vereda para a liberdade,
através do desmantelamento e exposição deste estado fascista global
que está nascendo. Ou, nós podemos seguir o outro caminho e apenas
sentar lá e aquiescer, e viver em uma versão global da Alemanha
Nazista. Esse
é o real grande momento de decisão para a humanidade, e eles podem
somente tomar tal decisão de um modo equilibrado, se tiverem acesso à
todas as informações, as quais eles não têm nesse momento. E
esse é o motivo pelo qual eu escrevi o livro [e, é claro, porque A
SPECTRUM existe!], para coligir as informações, então, tais pessoas
podem contemplá-la entre dois disfarces, e perceber como a “história
oficial” é uma tolice que até mesmo uma criança de 3 anos de idade
poderia enxergar. Martin:
Eu tenho observado que desde o dia 11 de Setembro parece haver um temor
real entre os jornalistas. De novo, como eu disse antes, existe somente
um punhado de jornalistas que têm a coragem de noticiar as coisas como
elas são. Todos os demais estão vivendo nesse estado de temor que: “Se
eu realmente divulgar a verdade, eu ou serei preso ou minha família
será molestada; pois eu não ouso falar a verdade.” E, como você disse, nós estamos em uma encruzilhada, onde se as pessoas não começarem a falar a verdade sem considerar o temor ou as conseqüências, tudo estará acabado.
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