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"Se você sempre viveu dentro de um porão escuro, para você este porão não é um porão, é o universo inteiro."
Sondagem
sobre os mistérios lunares por Scott Corrales
Direitos
Reservados (C) 2002. Scott Corrales. – lornis1@earthlink.net Tradução
: Ana
Margarida C. A . G. Leitão
( Annette ) annette@esoterica.pt
Entre as notícias mais importantes do ano 1994 - os massacres na Bósnia e Ruanda, o julgamento do ex-futebolista O.J. Simpson nos EUA, e outras - houve uma que passou despercebida principalmente pelo público não especializado: tratava-se do regresso à Lua do programa espacial dos Estados Unidos através de uma pequena sonda "descartável" denominada Clementine, cuja tecnologia supostamente era fruto da então inactiva de Defesa Espacial impulsionada na década dos 80 pelo regime de Reagan. A falta de publicidade em volta deste lançamento espacial fez que o controvertido investigador ovni George Andrews fizesse o seguinte comentário: "É curioso que a primeira missão espacial estadounidense à Lua em mais de 21 anos não tenha tido mais de duas polegadas de espaço nos principais jornais da nação”. Andrews agregou que a soma total da missão Clementine -- $75 milhões de dólares—devia ter chamado a atenção de pelo menos algum interessado no orçamento governamental. Segundo o teletipo de imprensa da AP, a missão da Clementine 1 consistia em fotografar o nosso satélite natural assim como outro "asteroide incaracterístico " (Geographos, assim chamado em honra da revista National Geographic) para experimentar um novo arsenal defensivo, cujas características exactas jamais se conheceram. As
longas férias da NASA da exploração
lunar foram racionalizadas pelos investigadores como a consequência da
indiferença pública perante a exploração espacial, ou a hostilidade
aberta do dito público perante o custo elevado das sondas espaciais.
Também se disse que na Lua não se fizeram descobrimentos excitantes e
que o verdadeiramente emocionante da investigação espacial reside nas
areias vermelhas do planeta Marte ou nas riquezas minerais do cinturão
de asteróides. Depois de ter transportado oitocentas libras de rocha
lunar a uma distância em excesso de duzentas mil milhas, a ciência
actual parecia saber tudo o que havia que saber sobre o nosso único
satélite natural. Ao menos, assim
parecia.
No entanto, existiam outras linhas de pensamento que expunham factos sumamente intrigantes, tais como o facto de que o projecto Apolo não tinha sido mais que um disfarce elaborado e de baixa tecnologia para ocultar o altamente sofisticado programa de exploração militar que efectuava a exploração verdadeira. Muitos chegaram ao ponto de sugerir a possibilidade de que já se tinham estabelecido bases debaixo da superfície lunar, escavadas por maquinaria retirada de um pesadelo. E houve outros--habitantes da terra fronteiriça entre a cordura e a loucura--que contaram histórias sobre bases extraterrestres, combates entre humanos e não humanos, e o facto de que a lua era uma esfera perfeitamente oca. Colocando
a paranóia a um lado,
muitos acreditam ainda que este reavivamento de interesse na Lua resulta
altamente suspeitoso. Um dos principais argumentos esgrimidos é a
estranha circunstância de que ambas superpotências perderam interesse
na Lua quase ao mesmo tempo: o altamente bem sucedido programa Lunakhod
da União Soviética chegou ao fim sete meses depois de que se produzira
o despegue da missão Apolo 17 da superficie lunar em 7 de Dezembro de
1972. O Centro de Comando Espacial soviético em Baikonur perdeu
contacto com o Lunakhod 2 misteriosamente nas imediações da
cratera Le Monnier, a tão somente 110 milhas do
ponto de aterrissagem do Apolo 17. Terá sido certo, então,
aquele rumor de que os humanos tinham
sido expulsados da Lua por intrusos, e que as nossas sondas
tinham sofrido uma epidemia
de intensa actividade OVNI? A agencia noticiosa UPI fez pública uma noticia emitida por TASS, o serviço noticioso da União Soviética, sobre um facto ocorrido em 14 de Fevereiro de 1973: o Lunakhod 2 tinha descoberto uma laje de pedra inusualmente lisa, quase parecida ao tabique de una estructura humana, nas cercanias das montanhas Tauro. A laje parecia-se extraordinariamente ao célebre monolito descrito na novela 2001: Odisseia no espaço por Arthur C. Clarke. Perguntas sem resposta
Na década dos 70, uma série de artigos de imprensa sugeriram a possibilidade de que os primeiros astronautas tinham encontrado naves e instalações extraterrestres tanto no Mar da Tranquilidade como noutros pontos da geografia lunar. As transcrições dos diálogos entre Houston e as diversas expedições lunares apontavam a possibilidade de que os intrépidos astronautas estavam numa situação muito fora do seu alcance. No dia de Natal de 1968, produziu-se um evento extraordinário: enquanto a cápsula Apolo 8 circunvalava a esfera lunar, as comunicações ficaram interrompidas por um espaço de seis minutos que pareciam intermináveis. Depois deste lapso, os controladores em Houston ouviram o astronauta James Lovell dizer: "Acabam de dizer-nos que existe o Pai Natal." Os aparelhos de vigilância clínica na Terra comprovaram que o pulso do astronauta tinha saltado repentinamente a 120 pulsações por minuto, tendo permanecido na gama normal antes do acontecimento.
Existe
tambem a crença muito arraigada, ainda que
totalmente carente de mérito, de que a missão Apolo 13
(imortalizada pelo filme com o mesmo nome protagonizado por Tom Hanks)
quese foi destruída por um feixe de energía disparado por um OVNI
contra o módulo de serviço. Não obstante, "algo" disparou
contra os nossos astronautas: um objecto parecido a um
projéctil, com uma rapidez incrível para as condições
lunares, surcou o espaço justo sobre as cabeças de David Scott e James
Irwin da missão Apolo 15, enquanto
os tripulantes da Apolo 16 foram surpreendidos pelo brilho de um
raio de luz no céu negro do nosso satélite. Mais alarmante ainda foi o
encontro de cerca com o desconhecido
que tiveram os astronautas Gene Cernan e Harrison Schmitt: uma
força invisível fez explodir a antena amplificadora do seu veículo
lunar. A transcrição das comunicações entre os exploradores lunares
e o módulo de comando, que permanecia em órbita, segue sendo um
mistério até à actualidade. Os astronautas no carro lunar dizem: "Sim, explodiu. Algo voou sobre nós justamente antes...todavia--" enquanto que o outro responde: "Deus! Pensei que nos havia impactado um--um—olhem aquilo!" O intercâmbio entre os astronautas fica interrompido pela voz lacónica do controlo em Houston, assegurando-lhes que outras missões tinham experimentado o mesmo fenómeno. Segundo declarações feitas pelo doutor Farouk El-Baz, o prestigioso geólogo da NASA, os estranhos objectos deviam ser catalogados como OVNIS, pois que não existiam naves soviéticas nem estadounidenses capazes de alcançar velocidades tão vertiginosas. Em Dezembro de 1969, o físico nuclear Glenn Seaborg, quem exercia o cargo de presidente da Comissão de Energia Atómica dos EE.UU. (AEC), manifestou durante uma visita a Moscovo que a missão Apolo 11 tinha descoberto "marcas suspeitosas" no lado oculto da Lua...marcas que pareciam ter sido feitas por algum tipo de veículo. Esta declaração não surpreendeu minimamente a muita gente, especialmente os astrónomos encarregados de catalogar os "fenómenos lunares transitórios" e a aparição e desaparição de marcas estranhas na superfície do nosso satélite. Desde o século XVIII, a comunidade astronómica vem interessando-se pelas luzes que podiam ser vistas em certas crateras e nos "mares" lunares. Ao largo do século XIX, a cratera Aristarco fez gala de luzes brancas de grande brilho que foram descartadas como ilusões ópticas até que um grupo de observadores as viu despegar da superfície da cratera. Esta cratera - altamente visível desde a terra, seguiu sendo uma fonte de actividade estranha até bem entrada a década dos 60.
O
doutor Maurice Chatelain, antigo chefe de comunicações da NASA,
expressou a crença controvertida de que tanto as missões lunares
soviéticas como estadounidenses haviam sido "vigiadas" por
Ovnis. Os autores civis também manifestaram
o seu parecer ao respeito com sugestões atrevidas, mas nenhumas tão
surpreendentes como as emitidas por George Leonard, autor profissional
que trabalhou para várias dependências do governo, no seu livro Somebody
Else is On the Moon (Há mais alguém na Lua), o resultado de uma
análise minuciosa dos milhares de fotografias da superfície
lunar tomadas pela NASA. A teoria de Leonard era que a Lua estava
habitada por uma raça inteligente de origem extra-solar cujas
actividades eram claramente visíveis aos
instrumentos dos nossos astrónomos...actividades que foram a
razão verdadeira da "carreira por alcançar a Lua" nos anos
60. As
fotos, segundo Leonard, apresentavam evidência nebulosa, de enormes
dispositivos de escavação extraterrestre de cinco milhas em diâmetro,
assim como outros aparelhos que
supostamente circulavam na superfície lunar. As mais impressionantes
destas Outras
notas jornalísticas concentraram-se em aspectos igualmente
controvertidos e igual de difíceis de verificar, como a enorme
discrepância entre as idades das distintas rochas lunares recolocadas
em diferentes partes do satélite--aspectos tratados exaustivamente pelo
astrónomo Don Wilson nos seus livros Our Mysterious Spaceship Moon
(NY:Dell, 1975) e Secrets of Our Spaceship Moon (NY: Dell, 1979). A tese
de Wilson relacionava-se com a possibilidade, apontada pelo astrónomo
Gordon McDonald em 1962, de que o nosso satélite fosse um corpo
completamente oco, dada a densidade reduzida do seu interior. Dada a
impossibilidade de ter corpos celestes ocos, os russos Vasin e
Scherbakov lançaram a intrépida hipóteses sobre a origem artificial d
Lua. Agrupados
sob o nome Enterprise Mission, o ex-piloto de provas Ken Johnson da
NASA, os geólogos Ron Nicks e Brian Moore e o próprio Hoagland
indicaram que muitas das fotos lunares tomadas pela missão Apolo 12
indicavam peculiaridades que jamais haviam sido tomadas em conta:
estruturas quase sacadas da fantasia com nomes como "o palácio de
cristal" (fotografado a uma altura de 15 milhas sobre a Lua cerca
da cratera Hyginus) e "o
Castelo" -- uma enorme estructura vítrea flutuando sobre a
superfície lunar a mais de nove milhas de altura. Os comunicados de
imprensa emitidos pela Enterprise Mission por Internet e outros meios
apontavam: "estas películas oficiais
da NASA, analisadas por um espaço de quatro anos com tecnologia
que não existia há 30 anos, quando se tiraram as originais,
representam prova inegável da existência de estruturas artificiais de grande antiguidade na Lua". Chegaram primeiro os russos?
Existe
um incidente que pode servir como inquietante corroboração a estas
missões russas: enquanto o módulo de comando da missão Apolo 17
sobrevoava a cratera Orientalis, o piloto Al Worden afirmou ter visto um
objecto de manufactura humana, de luzes pulsantes, no fundo da cratera.
O controlo em Houston perguntou: "?Acaso crêem
que poderá tratar-se de Vostok?" Durante a sua seguinte órbita
lunar, Worden observou o aparelho novamente. O
programa Vostok correspondia aos primeiros lançamentos tripulados da
Unión Soviética, e alguns deles seguem ocultos no segredo mais
absoluto. Em 1969, um sistema de classificação da NASA acerca dos
supostos veículos de lançamento utilizados pela URSS identificava seis
categorias distintas desde a "A" à "G"--esta
última letra designada ao "gigante de Webb", um lançador de
dimensões colossais identificado pelo administrador da NASA, James
Webb, como o veículo russo utilizado para levar tripulação e
instrumentos até à Lua. A odisseia do sargento Wolfe Uma
das apresentações de maior impacto no "Disclosure Project"
patrocinado pelo Dr. Steven Greer foi o testemunha gravado do sargento
Karl Wolfe da Força Aérea dos EE.UU. (USAF). A mediados da década dos
60, o sargento desempenhava o cargo de técnico fotográfico militar, e
um bom dia recebeu ordens dos seus superiores para apresentar-se na base
aérea Langley, onde se havía recebido a informação visual obtida
pela sonda Lunar Orbiter. Recolhendo os seus instrumentos, Wolfe
deslocou-se até à base Langley, onde uns oficiais o levaram
a um hangar que continha o laboratório fotográfico da base. O
local estava vazio salvo por outro militar de baixa patente encarregado
de processar o material fotográfico--negativos de 35 milímetros que
eram convertidos por sua vez em mosaicos de dezoito polegadas. Cada tira
de negativos correspondia a uma passagem da sonda sobre a superfície
lunar. Wolfe
não ocultou a sua surpresa, perguntando em seguida a quem
pertencia, já que
faltariam vários anos para que o programa Apolo iniciasse as suas
explorações. Seguro que os russos--ou até talvez os misteriosos
chineses--se haviam adiantado a Estados Unidos. Mas o outro homem
repetiu que efectivamente, havia uma base na Lua. Mas
não apareceu ninguém e para sua maior surpresa, o técnico
fotográfico da base Langley mostrou-lhe um dos fotomosaicos que
apresentava uma base artificial no nosso satélite, com
figuras geométricas, torres, construções esféricas de grande
altura e estruturas parecidas a pratos de radar, mas de proporções
colossais. "Algumas delas," aponta Wolfe. "tinham umas
dimensões que superavam a
meia milha". A
singular experiência do sargento Wolfe recebeu certa corroboração por
parte de Larry Warren, a controvertida testemunha principal do célebre
incidente ovni na base angloestadounidense de Bentwaters no Reino Unido.
Depois da sua experiência, a cúpula militar levou a Warren e outros
soldados a um quarto de projecção onde se lhes mostrou uma filmagem
extraordinária: fotografias da superfície lunar que permitiam ver
estruturas quadradas de cor arenosa, e em primeiro plano, o carro lunar
Rover utilizado pelos astronautas, que podiam ser vistos apontando para
as estruturas. De regresso à Lua?
Resulta
curioso que a despercebida sonda Clementine tenha sido fruto da
tecnologia bélica do escudo anti-mísseis conhecido como "Star
Wars" e não dos programas de exploração planetária da NASA.
Significa isto que alguns dos sistemas ofensivos desenvolvidos sob este
programa do regime de Reagan sejam capazes de garantir a defesa das
nossas próprias sondas
contra as "forças hostis" que ocupam a Lua? A ciência
ficção frequentemente adianta-se à realidade científica: a missão
da Clementine incluía uma visita à
Lua seguida por um voo a um asteróide para experimentar os seus
equipamentos. O guião da novela
2001: A Odisseia no Espaço
apresentava-nos a tripulação
Divulga
– Esdras Martins – esdr@dglnet.com.br
INFINITE TV – Canal UFO - http://www.infinitetv.com.br
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